Grosseria
Quando um "olá" é respondido com grosseria ou arrogância, a vontade de revidar é grande. Mas é aí que a frase de Nietzsche, "O que não me mata me fortalece", faz sentido.
Essas situações difíceis não devem acabar com você. Pense nelas como um treino para a sua força interior. Cada desentendimento que você supera sem perder a calma torna você mais resistente.
Você não manda nas ações dos outros, mas comanda a sua própria reação. Escolher não se abalar com a negatividade alheia já é uma grande vitória. Transforme o que machuca em aprendizado e fique mais forte a cada dia. A vida nos testa assim, e você está ficando mais resistente a cada prova.
Um trilionário de verdade sabe que o respeito abre portas que a grosseria jamais conseguirá derrubar.
"A grosseria é um vício tão ruim quanto a pornografia; ambos cegam o homem para o que realmente importa: a dignidade humana."
"A grosseria afasta as pessoas e a pornografia destrói a família. O mundo não precisa de mais 'machos' brutos, precisa de homens honrados."
Limpe sua boca da grosseria e sua mente da pornografia. Só assim você terá a dignidade necessária para construir um império."
"A grosseria é o refúgio do ignorante. A pornografia é o refúgio do solitário. O homem de verdade encara a vida com educação e mente clara."
Em um mundo onde a grosseria foi institucionalizada como normal é preciso muita coragem pra ser doce e fazer a diferença.
“Não gosto da frieza nem da grosseria da vida, mas sei que a firmeza é um mal necessário. Ser firme não é ser grosso. É essencial distinguir firmeza de frieza: precisamos de firmeza para liderar, decidir, orientar e controlar situações em qualquer área da vida.”
Eu não vejo mal nenhum em quem se faz gentil as grosserias alheias, mas eu não me encaixo em tal situação;
Ensinar a Palavra de Deus com grosseria e maltratar os outros é anular completamente o próprio ensinamento.
"Quem planta franqueza, colhe
grosseria.
Será autenticidade uma forma de burrice?"
Haredita Angel
27.02.2018
Olha, eu nem sei. Homem diz umas coisas que considero sem noção e uma grosseria. Com o tempo perdem a sensibilidade, se é que tiveram um dia, e esquecem que ainda somos a mesma que ele conquistou. Porém, parecemos diferentes por nos conhecer melhor agora. E isso não lhes dá o direito de serem indelicados. Não seriam assim com outra mulher.
Os que tropeçam no infortúnio de confundir Grosseria com Franqueza, já retrocederam ao estágio mais medonho da grosseria.
A franqueza nunca precisou levantar a voz para ser ouvida.
Ela não humilha, não diminui, nem transforma sinceridade em espetáculo.
A verdade, quando amadurecida pela sabedoria, encontra caminhos para alcançar o outro sem lhe roubar a dignidade.
Vivemos, porém, um tempo em que a grosseria foi descaradamente renomeada.
Chamam-na “personalidade forte”, “autenticidade” ou “sinceridade sem filtros”.
Como se a falta de educação fosse virtude e a incapacidade de exercer empatia fosse prova de coragem.
Há uma diferença profunda entre dizer a verdade e usar a verdade como arma.
A primeira constrói, ainda que confronte.
A segunda apenas fere, ainda que esteja revestida de argumentos corretos.
Afinal, não basta que as palavras sejam verdadeiras; é preciso que também sejam justas, oportunas e às vezes até misericordiosas.
A verdade dita com má intenção é tão ruim quanto qualquer mentira.
A franqueza é uma qualidade dos fortes.
E a grosseria, muitas vezes, é o refúgio dos inseguros.
Quem realmente domina a si mesmo não sente necessidade alguma de esmagar alguém para defender uma opinião.
Pelo contrário, sabe que a firmeza de um caráter se revela mais na serenidade do que na agressividade.
Talvez o maior sinal de maturidade seja compreender que podemos discordar sem desrespeitar, corrigir sem humilhar e falar com firmeza sem abandonar a delicadeza.
Porque a verdade perde parte de sua força quando chega carregada de arrogância.
No fim, não seremos lembrados apenas pelo que dissemos, mas pela maneira como fizemos as pessoas se sentirem enquanto dizíamos.
E isso revela muito mais sobre o nosso caráter do que sobre a nossa eloquência.
Confundir Grosseria com Franqueza é muito fácil, difícil é convencer o outro a aceitar a agressão deliberada.
E essa confusão caprichosa nada mais é do que um atalho tentador para quem não quer atravessar o terreno da responsabilidade.
A franqueza exige compromisso com a verdade e com o outro; a grosseria se basta no impacto e se esconde atrás da desculpa da “sinceridade”.
É fácil chamar de honestidade aquilo que foi cuidadosamente temperado para ferir.
Difícil é sustentar que agressão deliberada seja virtude — ainda mais quando se exige do ferido maturidade, compreensão ou o famoso “jogo de cintura”.
A franqueza jamais precisa levantar a mão para se fazer ouvir.
Quem precisa subir o tom para sustentar uma ideia, não tem ideia alguma para sustentar — mas caprichos.
Quando a palavra nasce para machucar e não para esclarecer, já não é verdade: é descarga.
E não, não cabe ao agredido aprender a aceitar o golpe para que o agressor se sinta autêntico.
Isso não é franqueza…
É grosseria pedindo absolvição.
Num mundo onde quase tudo se confunde, qualquer um pode confundir Grosseria com Franqueza, mas não esperar que ela flerte com a minha misericórdia.
Para as ofensas deliberadas, talvez só a Deus caiba o perdão…
Quem vive tentando ser mais humano também cansa!
Tem gente que é bobinha, não reage a grosserias, engole tudo, sapos, vacas e jumentos, chora trancado no quarto, cria mágoas infinitas, deixa feridas abertas. Fico pensando nessas pessoas que preferem se mutilar do que se impor, dizer que não gostou, pedir e exigir respeito.
Eu era assim, e o pior eu me impunha dentro de casa e apanhava na rua. Deixa eu me explicar: em casa eu era a rebelde, a que não aceitava desaforo, a bateu-levou. Na rua eu era a engolidora de sapos, aquela que podem aprontar tudo sem consequências nenhuma.
Um belo dia parei para refletir: ué tem alguma coisa errada, tá tudo errado, para e muda tudo. Eu agredia com palavras, atos e ações quem eu mais amava, meu pais, meus irmãos, meu namorado e era mil vezes tolerante e ou engolia choro com estranhos. Hum! Cuméquié? Me interna. Daí veio a ideia mágica de filosofias aprendidas por aí de que só fazem com a gente o que a gente permite. E não é que isso é a mais pura verdade. Essa informação é tão preciosa que poderia ser patenteada e vendida.
Com base em tudo que você aprende na marra e sem nenhuma facilidade você acha muito justo mudar. Ou você fica mais tolerante com os seus e com o mundo e pratica técnicas budistas, ou você manda a bruxinha fabricar um certo pozinho de agressividade para que você possa dar medo em certo alguém partindo do pressuposto que remédio para louco é um louco e meio.
Seja mais amável com o seu próximo, seja mais amável com quem te ama e dá a vida por ti. Seja mais tolerante com as pessoas ao redor, a vida vai te recompensar, mas se você ficar triste ou revoltada ou sentindo necessidade de se impor, se imponha com qualquer um. Não agrade os de fora e desagrade os de dentro, os de perto. Seja você em qualquer circunstância. Não poupe desconhecidos agressivos que se fazem de sinceros para te humilhar.
