Grandes Pensadores
Não pode me ver
nem me sentir
em fotos me imagina
ve figuras mas não sabe
talves é inserto
mas é certo dizer que te foço sorrir sem precisar te conhecer.
apenas demostrando o que você deseja ter.
(Carinho,amor,atensão,sinceridade)!
Com que direito considerar o poema "Os Lusíadas", digamos, melhor ou mais memorável que a canção "A Eguinha Pocotó", quando muita gente prefere esta?
Se algum dia você sentir
o sentimento que escrevo
ouvirás à minha alma.
Quero apenas recordá teu olhar, porque foi nos teus olhos que escutei
o que tua alma deseja e sente.
QUEM VIU?
Quem viu?
Quando a dor me oprimiu e eu, sem saber, ainda demonstrava coragem, quando dentro em mim e em meu corpo meu mundo inteiro ruiu.
Quem viu?
Aquela lágrima disfarçada com um sorriso de dor,
o gemido da alma,
na madrugada, e a pergunta que todos nós fazemos, atravessada na garganta em ardor...
Por quê, Senhor?
Quem viu?
Quando Deus olhou dos céus, apontou Sua mão, segurou a história de sua vida e disse: Bem, o seu momento chegou.
Quem viu?
Anjos rasgarem o véu celeste em júbilos, não por sua dor, mas por saberem que a sua história sempre esteve nas mãos do Criador.
Quem viu?
A onipresença do Criador, que nunca saiu dos céus e também nunca nos abandonou.
Quem viu?
Quem viu?
Deus sempre viu, sempre verá.
Mude o mundo, abalem-se as estruturas, caiam os reinos, encurvem-se os fortes; Ele foi, Ele é e sempre será.
Ele nos viu, verá e, com Sua destra inabalável, sempre nos susterá.
Você crê?
Quem viu?
Bem, agora você sabe: Deus viu e sempre virá.
Cícero Marcos
Palavras e atitudes, a linguagem do amar.
Palavras são apenas palavras,
se apenas, palavras são.
Palavras são apenas palavras, sem amor,palavras não tem valor.
Atitudes falam mais,
do que mil palavras, trazem a paz.
Palavras são apenas palavras e nada mais.
Sem palavras caminhou,
o calvário suportou,
o que em Cristo mais falou,
sua atitude e seu amor.
Sem palavras, fez ouvir,
sua mensagem ecoar,
e com Cristo eu aprendi, a linguagem do amar.
Autor: Cicero Marcos
Meto-me dentro de mim mesmo e acho aí um mundo! Mas antes em pressentimentos e obscuros desejos que em realidade e ações vivas. Então tudo paira a minha volta, sorrio e sigo a sonhar, penetrando adiante no universo.
Não é medo, nem desejo, é um tumulto interior, incompreensível, que ameaça rasgar-me o peito, que me sufoca!
Se pudéssemos ter conhecimento exato e completo de todas as causas naturais de cada evento, constataríamos que cada acontecimento passado, presente e futuro ocorreu de forma necessária. O livre-arbítrio, o acaso, e o próprio passar do tempo são quimeras cabíveis a nossa interpretação limitada.
A única relação entre os seres que faz sentido ser trabalhada é a ética, e o caminho para a ética é a simplificação, não a complexificação. Nossa animalidade se estrutura bem em grupos restritos e isolados (ou conforme intuiu Epicuro, "em pequenos grupos de mesma opinião"). Essa possibilidade (como via geral) já se extinguiu há muitos séculos, e por mais que ignoremos, desde então nossa espécie se transformou numa praga fora de controle, progressivamente concentrada em urbes, consumindo recursos naturais num ritmo irrestituível, e causando sofrimento extremo e diário a bilhões de vertebrados, em escala industrial.
Ao vulgo agrada enaltecer a própria sinceridade, especialmente quando questionada sua falta de modos.
A preguiça, se bem canalizada, é a nossa maior fonte de ânimo e criatividade. Na ânsia de evitar tarefas aborrecidas, trabalhamos e criamos de forma inacreditável.
