Grama
“O outro sempre vai ser melhor aos nossos olhos se assim permitirmos. Afinal de contas a grama do vizinho só é mais verde, quando não cuidamos a nossa.”
Cobre a terra a verde grama
Como um tapete infinito
No coração de quem ama
Tudo fica mais bonito
Da noite o orvalho recebe
Como poesia do céu
A beleza só se percebe
Dos olhos tirando o véu
"Não queira cuidar da grama verde do vizinho, se não está cuidando nem da grama seca do seu quintal."
Gramados alheios
Você não falaria que a grama do vizinho é mais verde se cuidasse da sua.
Regue-a, cultive-a e a veja crescer. E mesmo que a de alguém siga mais verde que a sua, é tão importante assim?
Uma coisa é certa, se você ao invés de tentar esverdeia-la mais, olhar para as do seu entorno, com toda certeza beneficiada a sua não irá.
As vezes, eu só queria deitar na grama ao final da tarde, olhar o céu limpo, e escrever todas as coisas que nunca diria a você.
O lótus fresco de hoje, murchará como uma grama seca amanhã.Um rosto bonito pode ganhar a atenção de um homem, mas isso até quando irá durar?
Existe um ditado bastante popular que diz que a "grama do vizinho é sempre mais verde", no sentido de que a vida dos outros sempre parece ser melhor do que a nossa.
Neste mundo de aparências instáveis, é importante empenhar-se em edificar uma essência sólida.
Do contrário, basta um sopro de racionalidade para arruinar a casa de palha que sustenta as máscaras da aparência.
Cuidado, no entanto, para que a superficialidade cosmética da vida alheia não seja embaraçada com a veridicidade.
Acautele-se para nunca confrontar o palco dos outros com os bastidores da sua própria vida.
O conhecimento e a experiência me ensinaram que atrás de toda cortina de perfeição existe uma tempestade de dores que habita um imenso vazio.
Se no mundo tu caminhardes e verdes que é grama, então é verde. Porque se o mar é morto, pode ser vermelho, porque ele abre.
O meio ambiente é minha casa;
A natureza é minha família;
Em cada folha, em cada grama;
Sinto a conexão mais genuína.
As árvores são meus irmãos;
Os rios são minhas veias;
Neste mundo tão profundo;
Sinto que somos uma teia.
Tudo que nasce, cresce e vive;
Tem o seu papel no mundo;
Da formiguinha ao elefante;
Todos são seres profundos.
Cuidar da natureza é nossa missão;
Proteger cada planta e animal;
Para que tenhamos sempre em mãos;
Um futuro que seja sustentável.
Que a conexão nunca se perca;
Que a harmonia seja sempre presente;
E que a natureza seja protegida;
Pela nossa atitude consciente.
Árvores não ficam juntas da grama, mesmo que as duas tenham começado do mesmo lugar. Não deixe que suas origens definam o seu futuro!
Até mesmo um comando inocente, como "não pise na grama", pode abalar seu autocontrole. Cada palavra pode moldar nossas ações e pensamentos, revelando a delicada conexão entre influência externa e nosso poder de escolha. Desafie-se a discernir os comandos que aceita e fortaleça seu autocontrole para traçar seu próprio caminho, honrando suas decisões e desejos genuínos.
Quando a chuva passar, quero pisar na grama molhada, sentir as flores regozijadas, aplaudir o arco-íris, da natureza deixada.
Wall de Souza
Meu amor...
Lágrimas da chuva...
Raios de luz reflete o seu corpo...
Sobre a grama da da relva os espaços grandioso da beleza da alma...
O vento sussurrando pelas árvores são um estado de perfeição...
O tempo voa rápido demais nas nossas conversas a noite...
O feitiço de nossas vidas passadas aparecem num exato momento que falamos as mesmas coisas num pensamento único e feliz.
“Não ajam como os irrigadores de grama, que molham em excesso a grama que está mais distante... Certifique-se de que a grama próxima ao pé do irrigador esteja molhada também. Geralmente está seca, e ao seu redor acaba resecada”. JMJ
"Se você estiver ocupado o suficiente cuidando da sua grama, não terá tempo para se preocupar com a grama do vizinho."
Sobre a grama havia um papel
Nele não havia nada escrito
Amassado por completo
E mesmo com o vento, estarrecido
Nem com a chuva se movia
Se secava ao sol que precedia
Com o tempo foi perdendo a linha
Era a folha do caderno de um suicida
Só a morte poderia lê-lo
E assim o fez com muito zelo
Suas palavras eram profundas como o fundo de um poço
Ele se atirara lá um pouco mais cedo, era um bom-moço
Formulava o infinito e o guardava dentro de si
Compreendê-lo era complexo, tal como língua tupi-guarani
Dentro de um buraco abstrato não havia reversão
Colocou pedras acima dele, por livre e espontânea precaução
Descansar os ossos lhe parecia agradável
Havia sempre algo no caminho, não era nada fácil
Sua mente era um tanto quanto volátil
Aparentemente forte, e era, até ficar frágil
A folha era tão atônita quanto ele, fria e calma
Sujou-se com o barro e com a grama
Nem o que toca o coração, nem o que toca o pensamento
Nem a mais triste das canções tocaria novamente a sua alma
Tudo era efêmero e logo se tornaria apenas memórias
Nesse caso, nada satisfatórias
O tempo passou e a música acabou
Tão cedo quanto foi dizer 'olá', já era hora de dizer 'adeus'.
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