Grandes poesias sobre Vida
"Tem uma frase de Albert Camus que diz o seguinte: 'Quem vive de amor não vive, não sente, não faz nada além de sofrer.' E eu não poderia discordar mais que totalmente disso, porque tudo que se relaciona a você ou a nós dará vida, sentido e muita felicidade. O mais importante é que me dá uma absurda vontade de viver, não de um jeito melancólico, como de alguém que quer morrer, mas sim de alguém que quer viver tudo intensamente, tanto quanto eu já poderia sentir as coisas. Por causa de você, hoje eu não tenho medo do absurdo da vida e da intensidade que me conduz; muito pelo contrário, eu confio a mim fazer o melhor que tenho a oferecer para você.
E para não deixar o pai Alberto com uma carapuça de melancólico e de que não acredita no amor, há também outra frase que diz assim: 'Amar uma pessoa significa querer envelhecer com ela.' E eu não poderia concordar mais: você faz eu me sentir no meu auge todos os dias. Você é o amor da minha vida, Lívia! Eu quero passar o resto do instante que serão as nossas vidas da melhor forma possível." Te amo e Amarei a todo instante possivel
Deus,
Como você é misericordioso.
Há como viver longe de você?
Há como ficar um dia inteiro sem você?
Há como não querer te abraçar?
Vou comigo guardar esse desejo, até o dia que te encontrar.
Algumas pessoas vivem os sonhos
Entre no jardim de rosas,
E sintam o perfume delas...
Uma casa e as crianças brincando...
O azul do céu é testemunha...
Com muito cuidado e amor,
Tenha medo dos espinhos.
Hoje é um dia bom,
Talvez, amanhã também...
Desse lado aqui,
A grama é verde...
A felicidade é uma caixa de surpresa,
E não é de bombons...
Viva os seus sonhos,
E não os meus,
Ou os dos outros.
E tudo é uma questão de bom senso.
Com um semblante triste,
A vida não é um mar de rosas, não!
O seu olhar demostra a dor...
As suas mãos estão frias.
Os meus passos estão distantes dos seus...
Partimos conforme o final do filme
Com ou sem final feliz!
Apenas o the end!
Titânico Mello
O Êxtase de um Novo Tempo
Viver… Ah, viver o melhor momento da existência!
Seja no pomar, sob a sombra generosa das árvores frutíferas,
Ao som melodioso do chilrear dos pássaros,
Que, em coro, anunciam a beleza do dia que nasce.
É o bucolismo romântico que se derrama em cada canto,
Onde a natureza veste-se de festa para celebrar a vida,
E o êxtase profundo floresce como perfume invisível no ar,
Sussurrando aos corações atentos:
“Este é o jardim da vida… um altar de recomeços… um novo tempo que desponta.”
Aqui, cada instante é uma poesia viva,
Cada sopro de vento é uma oração,
E cada raio de sol é um convite irrecusável
Para sentir, agradecer e simplesmente… viver!
Religiosidade não protege, ao contrário, ela adormece.
E o preço de viver dormindo é acordar no meio da crise…
sem estrutura, sem direção, sem identidade.
Senhor, mesmo sem entender tudo o que estou vivendo, eu confio em Ti. Tu és bom, fiel e digno de louvor, mesmo nos dias difíceis. Visita agora meu coração, meu corpo, minha alma traz cura onde dói, toca onde ninguém pode tocar. E tudo o que foi perdido, roubado ou quebrado, restitui com o Teu poder. Que eu veja com meus olhos o milagre que já está vindo ao meu encontro. Louvado seja o Teu nome, Senhor Tu és meu Deus, minha esperança e meu socorro. Joel 2:25"Restituir-vos-ei os anos consumidos... e comereis abundantemente e vos fartareis, e louvareis o nome do Senhor vosso Deus, que procedeu para convosco maravilhosamente." Em nome de Jesus, Amém!
Bom Dia Paz E Graça.
Não gosto de me sentir como ontem, não me prendo ao q poderia viver, mas um abstrato de sentimentos me pegou. Me levou ao léu, anestesiada, me fez pairar em ciúmes. Não sei como ou o q vive dessa vida secreta e distante. Em outro colo se deita, em outro corpo se deleita. Eu aqui só sua, somente sua, inteiramente sua, me negando, negando meus desejos e sentimentos por deixar vc à vontade.
Não q queira me incomodar, talvez esteja mais sensível neste dia, mas um olhar de fora me assobia "é só mais uma história comum" parecida com a outra, com tantas mais por aí.
E se ela chegar
Eu não vou correr
Pois ela faz parte
Do dom de viver...
Darei a ela o descanso recíproco...
Tudo que move vive,
Nem sempre dizer é certo
(“Maria ele morreu em movimento?”)
“Sim! Por uma bala dura
Que saiu de um canhão
Do homem da viatura pública que solta:
Bang, bang, bang”
(“como assim Maria?”)
Algumas pessoas parecem viver em um universo diminutivo, com a mente tão rasa quanto um grão. Elas se prendem a ideias preconcebidas e a julgamentos superficiais, incapazes de enxergar além do próprio umbigo. Para elas, o mundo é preto e branco, sem nuances ou complexidades. A empatia é uma palavra desconhecida, e a compreensão de diferentes pontos de vista, uma tarefa impossível.
Essas pessoas, de mente pequena, frequentemente se sentem ameaçadas por aquilo que é diferente. O novo, o desconhecido, tudo que foge ao seu padrão limitado, é visto com desconfiança e até hostilidade. Elas preferem a segurança da ignorância, evitando qualquer coisa que possa desafiar suas crenças restritas.
A mente rasa se manifesta em conversas vazias, em fofocas banais e na incapacidade de se aprofundar em qualquer assunto que exija um mínimo de reflexão. É um tipo de cegueira voluntária, onde a riqueza do mundo e a profundidade das relações humanas são trocadas por uma existência superficial e sem grandes significados.
Dizem que em alguma floresta esquecida pelo tempo, vive um lobo que não caça por fome mas por saudade.
A cada noite, ele ergue o focinho aos céus e uiva. Não de dor... mas de desejo. A lua, suspensa no abismo escuro, é sua amante silente. Ele não quer possuí-la quer pertencer a ela. Queria ser constelação, estrela cadente, poeira cósmica... só para que sua pele selvagem brilhasse ao menor toque da luz dela.
Dizem também que esse lobo já foi homem. Ou mulher. Ou ambos. Que em outra vida dançou com a lua sob o véu de uma paixão tão antiga quanto o universo. Mas algo os separou. Talvez o tempo, talvez um erro, talvez só o destino brincando de desencontro.
Desde então, ele reencarna em pelos e ossos, uivando sua lembrança para o céu. Não pela resposta, mas pelo ritual. Porque amar, para ele, é lembrar.
E enquanto houver luar, haverá um lobo que não desiste de ser tocado por ela.
“Aqueles que conseguem viver sem todas as coisas, sem precisar delas, são muito mais abençoados do que aqueles que as possuem em sua necessidade.
A melhor pessoa é aquela que consegue viver sem o que não precisa.”
Na jornada da felicidade, compreendo bem, ninguém vive por mim,
nem sempre sorrio também.
Não há eterna plenitude, nem maldade infinita. Se o sol se esconde, na paciência a resposta habita.
Livro: O respiro da inspiração
“O mal não pergunta se é mal.. Apenas segue sendo o que é..
O bem vive em dúvida, porque se importa em não errar..”
Vivemos no século da informação, mas é a emoção que reina, quando a razão deveria liderar.
Falsos profetas e influenciadores se multiplicam — na fé, no dinheiro, nos sonhos fáceis — e espíritos frágeis aplaudem.
Ainda choro, mas não sou ingênuo: meu coração sente, mas é a razão que guia meus passos.
No fim, o corpo revela o que o discurso esconde — e poucos percebem.
Continuamos normais… até quando?
Viver assim; sem ciúmes nem saudades simplesmente não é para mim. Quando olho sua boca fico louca, anseio por ti perto de mim, anseio teu abraço, anseio pelo nosso passado. Viver assim com certeza não é para mim.
Te vejo pelos corredores; te olho, tu me olhas, amantes antigos se olham. A chama do amor ainda é a mesma? Eu te encaro - você nem percebe -, admiro seu sorriso, sua risada escandalosa, e o seu jeito de olhar de forma amorosa que transborda amor aonde passa.
Saudades sinto do teu jeito. Saudades sinto do teu beijo. Saudades sinto dos momentos felizes que tive com um tal sujeito que anda por aí com o resto da minha fita vermelha em seu dedo mindinho; ah, meu garotinho... sentes saudades da mesma forma que sinto?
Simplesmente não consigo viver sem ti.
A Dor Que Não Tem Nome
Acordo e já estou cansado,
como se viver fosse um fardo antigo.
Cada dia pesa dobrado,
e eu sigo — mas nunca sigo comigo.
O espelho não me reconhece,
me olha com pena, com nojo, talvez.
Meu corpo é só o que permanece
de alguém que já morreu mais de uma vez.
As vozes aqui dentro gritam,
mas ninguém do lado de fora ouve.
Sorrisos forçados imitam
uma vida que há muito não coube.
Tem dias que o ar parece ferro,
e cada passo é um crime lento.
O mundo gira, eu me enterro
mais fundo em meu próprio tormento.
A comida não tem mais gosto,
a música me dá desgosto.
O toque é como espinho exposto,
e o futuro... é um céu sem rosto.
Já tentei pedir socorro
em olhares, palavras, mensagens.
Mas tudo soa tão oco e torto,
como gritar em paisagens selvagens.
E o pior não é querer morrer —
é não conseguir mais querer viver.
É ser um corpo que existe por hábito,
um suspiro vazio, um peso estático.
Se um dia eu sumir, não estranhe.
Foi só a dor que me venceu sem barulho.
A tristeza é uma água que banha
até que a alma se afogue no entulho.
É maravilhoso viver com alegria,
cercado de pessoas em harmonia.
Felizes, enfrentam qualquer dificuldade, ajudando quem precisa com bondade.
Livro: O Respiro da Inspiração
Os genuinamente felizes
bem expressam palavras gentis,
otimistas confessam. Vivem em harmonia, sem preconceito, generosos uns com os outros, com respeito.
Livro: O Respiro da Inspiração
O Ataúde da Humanidade: Elegia aos Tempos do Fim
Vivemos a era da devastação.
O tempo sombrio da decomposição moral,
Do apodrecimento do caráter,
Da aniquilação do humanismo.
Matam-se inocentes com frieza,
Exterminam-se animais com crueldade,
Incendeiam-se florestas com ganância.
O planeta clama, e a humanidade não escuta.
Num cenário de sombras e cinismo,
Só restam a sensibilidade e a coragem
Daqueles que ousam insurgir
Contra os desmandos do poder vil,
Contra o fuzilamento do povo
Pelas mãos podres da corrupção,
Orquestrada por políticos desonrados
Que sangram a nação com sorrisos cínicos.
Somente Deus — o Eterno Juiz —
Pode resgatar o povo brasileiro
Desta destruição em massa,
Deste meteoro moral que colidiu
Com a alma da humanidade.
Já não há pudor:
Tudo se tornou permissível, torpe,
Rastejando nos escombros da maldade.
Agora, só nos resta esperar
O dia do infinito da existência,
Onde os homens serão julgados
Pelo tribunal da eternidade,
Sepultados no ataúde da escuridão,
Perseguidos pelos fantasmas
Que eles mesmos criaram.
A sociedade morreu há tempos.
O que vemos hoje são apenas as cinzas da podridão,
Espalhadas pelo vento da indiferença,
Retornando das profundezas do descaso
Para assombrar os vivos,
Difundindo o terror,
Erguendo altares à selvageria.
Mas ainda há uma esperança:
Na resistência de poucos,
Na chama que não se apaga
Nos corações que não se rendem.
E nessa fagulha, talvez,
O renascer da luz.
