Grandes poesias sobre Vida

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"Uma coisa é opinião, outra é conclusão. A opinião pessoal nasce de crenças e vivências, sem precisar de prova. A conclusão analítica é processo: cruzar dados textuais e históricos para chegar a um resultado lógico.
É aí que entra o peso da contradição: se a análise mostra que duas ideias se excluem, a contradição vira um dado observável. Apontar isso não é ataque pessoal ou 'sentimento' de quem fala; é apenas a constatação de uma realidade lógica."

quanto mais amar no presente
na ausência será mais dor
menos pior que viver na dor e doente
e não ter sentido amor

Vivemos uma era de vandalismo ético, cultural, social e político, onde a combinação entre a dissonância cognitiva e o mau-caratismo produz um impacto avassalador na sociedade.


Esse cenário se consolida quando a recusa
em aceitar a realidade factual (dissonância cognitiva) deixa de ser apenas uma limitação psicológica e passa a ser instrumentalizada pela má-fé intencional (mau-caratismo).


O resultado é a destruição dos pilares que sustentam a convivência coletiva👇


1. a ética é relativizada por conveniência
2. a cultura e o tecido social são fragmentados pela polarização extrema
3. a política perde seu compromisso com o bem comum, sendo esvaziada por narrativas manipuladoras.


Abre-se, assim, um ciclo perigoso onde o caos e a desinformação alimentam e fortalecem aqueles que se beneficiam da própria divisão social.
✍@MiriamDaCosta

Vivemos uma era de vandalismo ético, cultural e político.
Quando a dissonância cognitiva
(a recusa em aceitar os fatos) se alia
aomau-caratismo (a má-fé intencional),
o resultado é avassalador.
Destrói-se o debate público para alimentar um ciclo onde o caos beneficia poucos.
✍@MiriamDaCosta

ROMEU E JULIETA, SEM SHAKESPEARE




[à Crioula]



Vivemos na mesma cidade,

sob o arco da velha Roma.

Mas o espaço geográfico não comungou

Para que nossos caminhos se encontrassem.

Valha-me Deus, Santa Bárbara nossa!

Poema, conosco, o raio do amor não caiu no mesmo lugar.

E o desejo mora em nossos corpos, Crioula minha!

As ruas do querer, se alongaram.

Asfaltou o chão de terra que compunha o amar.

A paixão sempre ficou à espreita,

Nunca acaba!

Somos Romeu e Julieta

(o requeijão e o doce de goiaba)

No entanto, não nos degustamos!

A cada dia tomamos

uma dose do veneno “Se” (do Djavan)

O universo tenta nos afastar,

mas a cada passo dado, nos queremos mais como um ímã.

Minha fonte Luminosa, queria mergulhar meus lábios negros

nas águas que jorram do teu arco.

E ir confessar meus desejos carnais na tua catedral.

Meu soneto de 14 versos – de 4, 4 - 3 3.

Há quem diga que se nos rendermos ao desejo, seremos escravos dele.

Mas se somos prisioneiros do amor!?

... é de pessoas como a Crioula, que os poetas se debruçam a escrever poesia.

Abro um parênteses (talvez se consumíssemos esse tal desejo, poderíamos perder o gosto do querer)

Nossa Senhora das Dores, rogo-te que alivia as aflições desse caro Crioulo,

Que tua filha cuasarte!

Só em te pedir, me dói.

Crioula, aqui me despeço de ti, pois, não podemos ter tudo que queremos.

Em nós, cabe ainda a virtude da expectativa,

e com gosto de como ficou Pelé, do gol que não fez, como se o fizesse.

“Vive” – Desencana , nêgo, tudo nela gera tanta dor,

E não se sente!?

“Como pode ser gostar de alguém
E esse tal alguém não ser seu”

O amor platônico me mata!

Erromeu!!!

Não existe uma única maneira certa de viver!
O que para alguém parece coragem, para outro pode parecer imprudência.
O que um chama de escolha certa o outro chama de erro…
Somos feitos de histórias diferentes!
Temos medos diferentes e sonhos que não cabem na mesma medida…
A sabedoria não está em descobrir quem está certo, mas em compreender que nem sempre precisamos concordar para respeitar o caminho do outro.
Cada um aprende a viver com as escolhas que fazem sentido para si!

_____Damaris Ester Dalmas

Viver inclui quebrar algumas vezes.
Reconstruções e estilhaços ...
Pedaços costurados de um novo ser inteiro!
Essência intacta, coração reconstruído ...
Fragmentos de vida numa vida inteira!

_____Damaris Ester Dalmas

De quanto precisamos nos libertar para encontrarmos a felicidade?
Vivemos com tantas amarras impostas pelo senso comum que às vezes nem sabemos mais quem somos na realidade!
E vivemos sentindo o que todos sentem, fazendo o que todos fazem, aceitando as verdades que todos aceitam ...
E assim, deixamos de experimentar a nossa própria maneira de existir, a nossa própria maneira de ser feliz e de buscar pela felicidade!

_____Damaris Ester Dalmas

A gente costuma reclamar do tédio e da rotina, queixar da ausência de novidades…
Como se viver algo ‘comum’ fosse pouco.
Na verdade existe um tipo de paz escondido aí, o de não precisar sobreviver a nada naquele dia!
Dias sem grandes acontecimentos também são dias sem grandes ameaças.
São dias em que a vida segue silenciosa sustentando o básico, e isso em muitos lugares (e para muitas pessoas) é um privilégio!
Nem todo dia precisa ser memorável…
Alguns só precisam ser seguros!

_____ Damaris Ester Dalmas

Existe uma armadilha em viver muito dentro de si mesmo, a ilusão de que o que você conhece é o limite do que existe.
Quando você se fecha no seu próprio mundo, a imaginação vai minguando…
Você começa a criar apenas variações do mesmo, pequenas diferenças dentro de um espaço já mapeado.
Mas o real transborda!
Há paisagens que mudariam sua forma de pensar.
Existem pessoas cujas experiências reorganizariam tudo que você acredita ser verdade.
Há possibilidades que ainda não cabem na sua imaginação, não porque sejam impossíveis mas porque você ainda não foi longe o suficiente para avistá-las.
Ver é um ato de coragem!
O mapa que você carrega na cabeça é sempre menor do que o território…
Imagine menos.
Olhe mais!

_____Damaris Ester Dalmas

Sentiu daí, toda essa intensidade e conexão.
Pra quem está vivendo essa conexão gostosa com uma única pessoa, e não precisa procurar fora, atingiu o ápice da relação..

A EXPERIÊNCIA DE VIVER


De que me vale a experiência quando já não me resta tempo para vivê-la?
Seria verdadeiramente sábio consumir os últimos dias de minha existência tentando aproveitá-los ao máximo, apenas para que, depois da minha partida, alguém possa afirmar: "Ele viveu"?


Não! Quando a morte vier ao meu encontro, quero oferecer-lhe resistência. Quero dar trabalho para que me leve!


Não desejo transformar a existência numa preparação constante para o seu próprio fim. Quero experimentar enquanto há tempo, entregar-me aos prazeres, conhecer os excessos e, se assim desejar, cometer amanhã os mesmos erros de ontem, não por desconhecimento, mas pelo simples reconhecimento de que certas experiências não precisam ser justificadas pela sabedoria que delas extraímos.


Afinal, de que serve amadurecer tanto a ponto de perder o apetite pela vida? De que vale aprender a evitar todas as quedas se, nesse exercício de prudência, deixamos de caminhar?


Não quero chegar ao fim tendo sido exemplar na arte de sobreviver. Quero ter sido imperfeito na arte de existir.


Pois, se a morte é inevitável, que ao menos não encontre em mim alguém que já tenha desistido de viver antes mesmo de morrer.

Cada experiência é uma fonte de transformação.
Cabe a nós atravessar cada vivência com profundidade…
Repensar possibilidades…
Aceitar as mudanças quando elas se fazem necessárias.
Viver é um movimento incessante, e aprender, uma consequência natural de quem se permite sentir!

_____Damaris Ester Dalmas

Viver é um eterno continuar.
Não há um destino final ... não há um plano traçado que deve ser cumprido ... o que nos cabe sempre é continuar!
E que continuar seja viver muito, em toda plenitude da palavra.
Que continuar seja aproveitar as oportunidades, aproveitar as lições, aproveitar o que de belo existe e acontece ...
Que o propósito seja sempre viver melhor, viver profundo, e sempre ... sempre continuar!

_____Damaris Ester Dalmas

Título: As Ruas choram.


Minha mente colapsou, não faz sentido conforme a gente vem viver de mendigo só para agradar forças que nem garra na vida têm, o que a gente vêm, é... é fazer a festa subir um pouco e ver se as coisas mudam com o tempo. Realmente é demência esperar um pouco de céu no inferno, mas a teimosia virou grito de ódio e raiva, que já não se tem razão por a malta virou alvo, de um sistema. Agora as ruas choram, as ruas choram… Choram por uma terra, que procuramos por diferença. diferença de viver e acreditar.

O mundo espiritual é real.


Se você vivesse 1 dia
do que eu vivo aqui,


seu joelho não
levantaria mais do chão.

Conheci homens que foram vencidos pela pornografia.
Conheci outros que ainda não caíram, mas vivem cercados por ela. Quem brinca com o pecado cedo ou tarde sente as suas consequências.

"Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus."


Sem Bíblia e sem oração,
a vida espiritual seca.

Cada pessoa tem o direito de viver suas escolhas, seguir seu caminho e encontrar sua felicidade.
Que saibamos ter a sabedoria de cuidar do nosso coração sem ferir o coração de ninguém. Afinal, a verdadeira paz não é aquela que conquistamos à custa dos outros, mas aquela que conseguimos viver com a consciência tranquila, o coração leve e o respeito ao próximo.
🙏 Que nunca nos falte paz na alma, amor no coração e respeito pelas pessoas!
AntonioJardim

Na Superfície do Ser
William Contraponto


Vivemos tempos em que a superfície parece suficiente. Alguns permanecem nela por alienação: distraídos, anestesiados pelo cotidiano, pelos hábitos repetidos, pelo brilho falso das conveniências sociais. Seus olhos não enxergam além do espelho que lhes é oferecido; caminham sobre o mundo como quem atravessa um lago congelado, sem perceber a profundidade das águas abaixo.


Outros permanecem na superfície por escolha — ou melhor, para alienar. Criam ilusões, distorcem verdades, constroem muros de banalidade que escondem o abismo da realidade. Manipulam, distraem, desorientam. Mantêm os outros na superfície para preservar seu próprio conforto, sua própria sensação de controle, sua própria fuga do que é essencial.


Entre os que se deixam levar e os que conduzem, há a fratura do pensamento: a consciência, quando desperta, percebe o vão que separa a vida plena da vida aparente. E é nesse vão que reside a urgência do questionamento — da busca por profundidade, da recusa em aceitar o mundo tal como nos é apresentado.


Viver é decidir entre ser superfície ou mergulhar. Mas talvez o maior risco seja descobrir que, mesmo mergulhando, a superfície nunca desaparece: ela nos observa, sempre pronta a nos chamar de volta.