Grandes poesias sobre Vida
A vida é tão irónica, até o que eu acho é que se calhar nós vivemos da ironia não da vida real! E quando conseguimos o que queremos e estamos felizes aí sim! é a vida real..
Espiritualmente falando, quem não tem Jesus, não tem vida, apenas Existe. Só quem tem ele é que vive, pois nele está a vida e vida com abundância.
Nem todo mundo vivem aquilo que queria viver, e nem todos vivem o que realmente deveria ter vivido, o fato é, que muitas das vezes vivemos apenas aquilo em que a vida nos impõem.
Eu não tenho medo da morte, pois ela é a única coisa certa da vida. Tenho medo de não viver tudo que eu posso viver.
Pelo que você vive? Qual sentido de você abrir os olhos todos os dias da sua vida? Às vezes me faço essa pergunta e fico pensando qual o nosso sentido aqui na terra. Deus nos criou a sua imagem e semelhança, Jesus morreu para que nós pudéssemos ter uma vida na eternidade e aqui estamos... Vivendo ou existindo?
"O SER que vive uma vida inteira centrada em si mesmo é semelhante a um rio de águas poluídas, que passa e não traz nenhuma beleza consigo!"
Algumas pessoas dizem que a vida deveria ser como um rascunho, para vivermos uma vez e depois passarmos a limpo; Sendo de que a vida é assim, pois a cada dia que passa temos uma nova chance de passarmos a limpo.
Devemos é claro se preocupar com o dia de amanhã. Mas mais do que isso, devemos viver o dia de hoje.
Vivemos em um mundo onde saber de menos nos leva a ignorância ao mesmo tempo em que saber de mais nos leva a loucura.
Passe mais tempo vivendo do que tirando foto para o facebook e você perceberá que a vida é muito mais bela quando você não precisa mostrá-la para alguém.
Ao contrário de muitos, quanto mais eu vivo mais consolido minha existência e a alegria em viver. Mais tempo de vida eu peço.
O risco de ser feliz é enorme, quando abrimos os olhos para a grandeza da vida. Viver é morar nas beiradas da felicidade. Mas faço dela a minha estrada principal. Acho que gosto de correr riscos para dar impulso aos meus sorrisos. (Gil Buena)
Vivemos, morremos, independente das nossas falhas. Um dos prêmios dessas falhas é o amor, onde nós podemos aprender a amar as falhas de uma pessoa, e também, conviver numa perplexa harmonia sabendo que todos erramos, mas um machucado só, não vai atrapalhar o nosso destino.
“Amanhã lamentaremos o que não vivemos hoje, por estarmos muito ocupados com o que aconteceu ontem ou com o que talvez aconteceria amanhã.”
O tempo é um irresponsável, dirá aquele que se deixou levar. O tempo mata quem não quer viver, destrói quem não abre páginas na história. Mas aos que colaboram com a realidade plastificada atrás da memória o tempo premia com a lembrança do futuro, já concretada nos livros.
Viver é a arte de seguir em frente, ainda que se tenha que (re)aprender, a cada dia, como se guiar pelas estrelas.
Prefiro viver uma vida em preto e branco com alguém, do que ter uma vida em varias cores sem ninguém.
A arte de aprender é viver as suas escolhas e aprender com elas, mesmo que sejam erros para no futuro usa-las como lição, para não cometeres os mesmos erros no futuro.
A vida possui suas oscilações que permeiam da tristeza intensa a felicidade desejável. Vivemos em um ciclo onde as emoções variam constantemente. Um dia, estamos tão felizes como na infância quando éramos protegidos, carregados no colo ou postos de baixo do cobertor em dia de tempestade pela mãe. Outro, estamos tão tristes como alguém que perde o bem mais precioso da vida, seja este bem o que for, como um pássaro que sai em busca de alimento e ao voltar para o seu ninho descobre que todos os seus filhotes estão habitando no estômago de uma serpente. Existem momentos em que a felicidade se faz grandiosa ao ponto de se tornar indescritível, não há palavras que a expressem, não há especialistas que a explique. Há instantes em que as circunstâncias nos tiram a razão. O medo, o desespero, os ataques, a raiva e a impulsividade mostram que o ser humano é um ser imperfeito. Outras passagens são como as pessoas lindas, esbeltas, belas e desprovidas de virtudes, completamente vazias. Algumas transições são tão dolorosas que nos apagam os sentidos. Nada se sente, nada se fala, nada se ouve, nada se vê. Ficamos imersos em outra dimensão dentro deste mundo, na qual a neutralidade, o silêncio e o não pensar prevalecem. E ainda existem as passagens de tempo que os mortais são incapazes de responder ou instruir precisamente, é como explicar porque somos o que somos ou qual a razão específica de sentirmos amor por alguém.
