Gosto do mal Feito
Acima do bem e do mal, tadinho.
É o próprio das nações esperar um salvador
Seja ele Jesus Cristo ou lulinha paz e amor
Mas o mito se alimenta de proezas e que tais
Que fazer quando o mito vive em notas policiais?
Um bordão o acompanha “nunca antes no Brasil”
Já cansou a lenga lenga, julga o povo imbecil?
No entanto ele organiza em sua volta uma festa
Tem motivo para isso: ele é alma mais honesta
Contra ele se levanta a Zelite, os golpistas.
Os burgueses, os banqueiros, fazendeiros e dentistas
Querem derrubar o mito, o gigante, o herói
Ele fica amuado, indignado, com dodói.
Há suspeitas, coisa pouca, culpa da oposição
E da mídia subserviente, inimiga da nação
E em meio a tudo isso, verdadeiro bombardeio
Ele já tem a resposta. EU ESTOU DE SACO CHEIO
Falam sobre o tal do sítio, o tríplex, o pedalinho
Eles querem dar o golpe, golpe baixo e mesquinho
Mas não há nenhum problema, oh, gentinha mais malvada
Ele é inimputável, ele não sabe de nada.
Prometeu que doravante assaria coelhinho
Dá palpites, está louco fazer um comiciozinho
Mas já que de nada sabe, vale a pena perguntar
Vindo do mundo da lua ele pode governar?
Inocente ou bandido, há justiça para isso,
Não existe o tal golpe não existe compromisso
De fazer dele um mártir, uma vítima, um santo
Resta só a impostura, o eterno desencanto.
CALÇADA
Aqui estou, aqui me vejo
Num túnel mal iluminado
Esquecida ou encontrada
No meio de tudo, de nada
O corpo flutua e já dorme
Numa vida tão mal contada
Balançando no inexpressivo
Num velho, perdido combate
Sou a bússola na imensidão
Do meu próprio pensamento
Onde os ponteiros do relógio
Não encontram já o caminho
Ao longe o olhar não avista
Num passado num presente
Onde a mente pisa os seixos
Calça já as pedras da calçada.
Não vejo um Mal e um Bem no sentido metafísico, nem tampouco atribuo à espécie humana uma natureza má. O que chamam de Mal me parece apenas a natureza inercial, e o que chamam de Bem, a natureza evolutiva das coisas.
Sou um poço de "porquês".
Sou um problema mal resolvido... Inutilmente esperando que alguém me entenda.
Sinto muito decepcioná-lo quando não fiquei mal sem você.
É que tudo o que deve ir embora da minha vida é uma conta exata demais para se requerer, ainda, a prova dos nove.
O amor é a relevância da dor. O amor é a importância do ódio. O amor é o bem, é o mal. O amor é simplesmente tudo em nossas vidas.
Vou começando a minha poesia
Falando de Maria.
Uma mal educada,
Que gosta de zombar,
Dos que caem da escada para nunca levantar.
O que me dá raiva
É essa tal discriminação,
Dos quadrinhos do Paiva,
Que aclamam atenção!
Não sou informado,
Não sei escrever.
Mas o que tenho odiado
É essa tal de U.R.V!
Rogo pragas,
Mas era pedido.
Para curar as chagas,
Do orgulho ferido.
Roubar do povo
Não é gozação!
Mas se fizer de novo essa tal de pichação,
Tirarei meu orgulho de trabalhar nessa nação!
Não sei ler
A placa da avenida,
Mas precisas conhecer
A minha experiência de vida!
De que usar
O sumismo da nação,
Parar com etnocentrismo...
Porque essa tal opressão?
Mas quem sabes filho
Que tu não me trairias,
Que não acabarias,
Como o Paulo César Farias!
Se tu queres saber
O que é etnocentrismo,
Procure no dicionário,
Porque eu não digo!
O sonho da independência, quando mal estudado, quando mal avaliado, torna-nos mais escravos do que jamais fomos.
Se alguém toma o caminho do sucesso, então terá que ser bem sucedido ou mal sucedido, não existe uma terceira alternativa.
"Sou sedentária, complicada, orgulhosa, mal humorada, temperamental e fria.(Só um pouco de cada coisa.) Meu riso é alto, tenho pontas duplas, minha unha se quebra facilmente, eu erro pra caramba, eu julgo e depois que conheço, quebro a cara. Falo muito às vezes e dou risadas em horas tensas. Sou chata, teimosa e bato nas pessoas que eu amo. Provavelmente morrerei cedo porque como muita fritura e bebo muita coca-cola. Faço tudo ao contrário, piso na grama, não passo protetor solar e como salgadinho com gordura trans. Tenho mil defeitos. Mas quer saber? Assumo todos eles. Não me escondo e não tento ser uma pessoa que eu não sou."
