Gostaria de te Pedir Perdão
Não importa se você está certo ou errado. Você precisa perdoar e seguir em frente sem ressentimentos. Porque, o ressentimento é tão perigoso quanto comer alimentos fora dos prazos de validade. Você acha que não tem nada demais, porém está fazendo mal a si mesmo. Por isso, liberte-se. Busque em Deus o poder do perdão. E lute para "ressentir" só os bons momentos.
Se te magoei com palavras, perdoa
Não quero mais esses estresses à toa
Minha intenção nunca foi te machucar
Garregar culpas e julgamentos tornam a vida pesada demais, por isso, perdoo-me pelos erros de ontem, de hoje e de amanhã. Não perdoaria-me se não tivesse tentado, mas por ter errado perdoo-me e continuarei me perdoando.
Perdoo, claro! Vai que esse lance de reencarnação seja verdade!? Neste caso, se eu não perdoar corro o risco de reencarnar junto novamente. E eu estou zero a fim de conviver com certas pessoas.
Não confunda as coisas: o fato de eu tê-lo perdoado, não significa que queira continuar a ser tua amiga.
Às vezes, a gente não consegue perdoar alguém porque quem precisa ser perdoados somos nós mesmos, por dar mais valor do que o que a pessoa merecia, por amar incondicionalmente, por termos sido ingênuos, por acreditar cegamente e principalmente por ter ignorado os sinais de que estava dando mais do que recebia
A humanidade quer se vingar, Jesus manda perdoar. Mas, não é somente perdoar a mesma pessoa sete vezes (Mt 18:21-22), mas perdoá-la 70x7 (Mt 6:14-15), isto é, 490 vezes. [...] mas esta quantidade nos mostra que devemos perdoar, quantas vezes forem necessárias. Mais do que isso, nos ensina que, na matemática de Deus, o tamanho do perdão não é equivalente ao da ofensa, pelo contrário, o perdão deve ser muito maior do que a ofensa, e aqui não estou falando só de quantidade, mas de intensidade. Se o agravo foi grande, quanto maior deve ser o perdão. E Jesus não nos ensina isso somente ao criar essa nova equação e ensinar sobre ela, mas Ele mesmo provou dela ao se entregar para morrer na cruz em nosso lugar, nos perdoando por todas nossas ofensas, vivenciando um sacrifício incomparavelmente maior do que nosso agravo. Nós éramos culpados e através do seu perdão Ele nos tornou inculpáveis. Nós éramos dignos de castigo, mas Ele se entregou para ser castigado por nós. Nós, os injustos, fomos cobertos e livres pelo sangue do Justo (I Pedro 3:18). E só poderia ser assim, pois na matemática de Deus o perdão sempre será maior do que a ofensa.
Eu te perdoo, porque se você foi, é porque não tinha interesse em ficar. Vá e não volte, porque sei que não quer verdadeiramente voltar. Não me deixe aqui esperando, apenas vá e não pense em voltar, pois sei que, se você foi, é porque já não queria mais ficar.
Perdoar não faz o outro se eximir dos seus erros, faz você se livrar dos seus. Toda ação gera uma reação.
Desculpa-se o inocente e se perdoa o culpado. Logo, a pessoa que se vê confrontada diante do seu erro e não perde perdão, não reconhece que errou... Ao dizer: Ah, então me desculpe se fiz isso, mas eu não lembro... faz-se de inocente, mas sem sê-lo. Isso magoa. Mas é justamente por isso que devemos perdoar a ofensa, perdoar o erro que não é nosso e nos feriu. Do contrário, viveremos com uma ferida aberta, "magoando-se" constantemente pela lembrança.
