Gosta de Mim do meu Jeito
Mesmo com a distância e a tua ausência,
teu nome ainda ecoa dentro de mim.
Fico imaginando você aqui, perto,
sentindo o teu cheiro que invade minha lembrança,
o gosto do teu beijo que nunca esqueceu meu lábio.
Queria poder te tocar todos os dias,
desenhar teu rosto com a ponta dos meus dedos,
olhar nos teus olhos e revelar, sem medo,
o quanto você é amada na minha vida,
o quanto tua presença, mesmo longe,
ainda acende luz nos meus caminhos.
E assim sigo, vivendo da esperança,
guardando teu amor no peito
como quem guarda um sol que nunca se apaga.
Viver meus dias longe de você não vai ser bom para mim. Quero estar contigo feiticeira amante felicidade.
Nos teus olhos encontro o brilho que guia meus passos, e no teu abraço descubro o refúgio que me acalma.
Cada instante sem tua presença é vazio, mas cada lembrança tua é chama que me aquece.
És o feitiço que transforma a dor em esperança, a saudade em desejo, o silêncio em música.
Quero ser prisioneiro da tua magia, cúmplice dos teus sonhos, guardião da tua alegria.
Porque contigo, feiticeira, o mundo deixa de ser apenas tempo e espaço, e se torna felicidade.
Este amor que sinto transcende a compreensão, é poesia viva que pulsa forte dentro de mim, e portanto, viver longe de você é negar a essência do que sou. Quero ser o teu companheiro, amante e amigo nessa dança da vida, onde a felicidade se faz nossa companheira constante...
Viver meus dias longe de você não será bom para mim, pois minha alma anseia por sua presença, feiticeira, amante e felicidade que só encontro em ti. Quero sentir o calor do seu abraço, o brilho dos seus olhos, e a magia que transforma meus momentos simples em pura luz. Sem você, tudo perde o encanto e meu coração se perde na saudade intensa do teu amor..
Você insiste em me agradar,
dizendo sobre mim coisas tão bonitas,
como se eu fosse algum farol perfeito
iluminando todos os teus dias.
Mas não sou tudo de bom que você fala —
sou feito de falhas, de medos, de cicatrizes
que o tempo não apagou.
Ainda assim, quando você me olha,
parece enxergar além do que eu sou,
como se visse em mim um alguém
que eu mesmo não encontro.
E é nesse teu jeito de me ver
que descubro o amor:
não por me tornar perfeito,
mas por ser aceito exatamente assim,
imperfeito e teu...
Eu não vou por ninguém — vou por mim.
Caminho na direção que minha alma aponta,
sem pedir licença, sem buscar aplauso.
Porque quem vive para agradar o mundo
acaba perdendo a própria voz.
Eu não faço pra agradar ninguém,
faço porque é minha essência,
porque carrego na pele a marca
de quem aprendeu que liberdade
não se negocia, se conquista.
E eu não posso te amar antes de mim.
Antes de oferecer o peito, eu cuido dele.
Antes de entregar o coração, eu o fortaleço.
Porque amor que nasce do abandono de si
não sustenta ninguém — apenas destrói.
Se eu escolher ficar, será inteiro.
Se eu escolher amar, será verdadeiro.
Mas nunca mais deixarei minha alma por último.
Minha prioridade sou eu —
e quem quiser caminhar comigo
precisa saber que amor não é prisão,
é parceria.
E começa sempre dentro da gente.
Não quero enganar o destino,
mesmo sem te conhecer já sinto que és parte de mim.
Carrego cicatrizes, marcas de batalhas,
mas nelas floresce a esperança de um encontro.
Hoje a tristeza me visita,
a fúria me atravessa,
a saudade me consome sem nunca ter tocado tua pele,
sem sentir o calor do teu abraço.
Mas antes de te encontrar,
queimar lembranças de angústia sofrimentos toda forma de dor em poʻ,
abrir espaço para o perfume da vida,
para o riso que virá quando teus olhos encontrarem os meus.
Quero que o amor seja mais forte que qualquer sombra,
que o teu corpo seja o refúgio onde minha alma descansa,
que os teus abraços sejam muralhas contra o medo.
E quando enfim eu te amar,
não haverá espaço para sofrer,
apenas para viver intensamente,
como quem dança no fogo da paixão
e descobre que o amor é a cicatriz mais bela:
a que nunca dói, apenas ilumina.
Não há outra mulher que saiba o que há em mim,
nem que inspire o querer tão puro e sincero.
És a criação sublime dos meus mais secretos anseios,
a mulher que se fez sonho e virou real no pulsar do meu peito.
Quero estar contigo, amor, construir dias que sejam poemas,
tecer juntos a história onde o carinho é nossa constante melodia,
e onde cada palavra sussurrada seja laço eterno,
porque em ti descobri a única verdade, que dorme e acorda vivendo amor.
O que vou fazer quando eu chegar
e não sentir o calor da tua presença
esperando por mim na porta?
O silêncio da casa vai doer,
como se cada parede perguntasse por você.
O que fazer nessa hora em que o mundo parece maior,
e eu me sinto menor sem o teu abraço?
Ficar longe de você é uma ausência que pesa,
um vazio que não se disfarça,
porque é você quem me faz bem,
quem acende o meu dia,
quem acalma o meu coração.
E é nessa distância, ainda que breve,
que eu descubro o tamanho do meu sentir:
a verdade de que a tua falta ecoa,
e o meu amor por ti permanece firme,
esperando o momento de te reencontrar.
"Passei anos decifrando a mim mesmo para descobrir que o mundo não muda quando o compreendemos, mas quando ousamos recriá-lo a partir de dentro. Meu ofício é nascer de novo — e convidar quem lê a fazer o mesmo."
F. Fidelis - Psicanalista, Filósofo entusiasta e observador das relações humanas
Um dia acordei e pensei em tudo que perdi em tudo que deixei que tirassem de mim, nada material, mas alegria, a confiança e meu otimismo, um dia deixei de ser eu para ser o que outros queriam, fui devastada, arrasada, mas não desisti até me permitir chorar e resisti e resisto, sou assim feita de coragem sem fim!
As vezes me perco de mim, tenho meus momentos de não saber o que fazer, mas quando lembro que eu me basto, respiro fundo e vou à luta, sou forte o bastante para aguentar tempestades e contra tempos! Sou feita de fé e revestida de otimismo, por isso mesmo nunca desisti da menina que fui e nem da mulher que sou!
Eu sou o que Deus vê e não o que mundo pensa de mim. Portanto, o que mundo pensa é um tanto faz. Afinal aos olhos e ouvidos de Deus nada passa ...
Se você pudesse por um instante você ser eu, estar dentro de mim.Iria vero quanto te amo!
Que em cada olhar
A cada sorriso
Escondido atrás do celular
Existe um calor de ver vc
Uma ansiedade de te amar
Um carinho querendo ter você
Uma alma a com uma luz intensa
Perceberia o quanto te pertenço
Que somente por ti meu coração pulsa
Mesmo no frio, me aquece
No silêncio te sinto
Nas palavras te quero
Teus beijos meus desejos
Transportando-me no espaço
Estando na constância do tempo
Me acolhendo em teus braços
Te amando sem cansaço
Me entregando em teu abraço.
Paz e amor!!
Autor Desconhecido
Eu não tenho medo de dizer te amo.
Não escondo o que pulsa em mim, mesmo quando a dúvida tenta se instalar, mesmo quando a incerteza se veste de silêncio.
O amor, para mim, não é cálculo nem estratégia: é entrega. É coragem de se expor ao risco, sabendo que cada palavra pode ser ponte ou abismo.
Se tudo correr ao contrário, se o destino decidir virar as páginas sem me consultar, não me calarei. Vou reagir em outra localidade, em outro espaço de mim, onde a dor não seja prisão, mas aprendizado.
Porque amar é também aceitar que nem sempre o caminho será reto. É saber que a vida pode nos deslocar, mas nunca apagar aquilo que foi verdadeiro.
E mesmo que o tempo nos leve a diferentes direções, guardarei em mim a certeza de que dizer te amo nunca foi erro, mas ato de escolha.
Eu sinto que carrego uma fúria antiga dentro de mim, algo que nasceu há muito tempo e que ninguém percebeu. Começou pequeno, como uma farpa, mas cresceu comigo, torto, pesado, como se tivesse se encaixado no meu peito sem pedir licença. E toda vez que eu falho, essa raiva acorda. É quente, inquieta, lateja na pele e me pergunta, com uma brutalidade que só eu conheço: por que você não foi o bastante? Por que você nunca é?
Eu não tenho resposta. Só sinto o impacto um golpe seco bem no meio do peito, desmontando tudo que eu ainda tentava manter firme.
Às vezes eu queria arrancar essa parte de mim, expulsar essa voz que me mastiga viva cada vez que eu não atinjo o que espero. Eu queria jogar fora essa exigência que me cobra até quando eu tô de joelhos. Mas logo depois da raiva vem a tristeza. Ela chega devagar, quase com carinho, e me abraça um pouco apertado demais. Ela sussurra que sabe, que entende, que tudo que eu queria era ser suficiente. Só isso.
E é nessa hora que eu encolho. Que eu me sinto pequena de novo. Não pequena como uma criança inocente, mas como alguém que aprendeu a diminuir sua própria existência pra não incomodar ninguém com suas falhas. Como se meu erro ocupasse mais espaço do que eu mesma.
Tem uma parte de mim que queria gritar, quebrar tudo, arrancar meu nome das expectativas que eu mesma escrevi. Queria fugir de mim. Mas existe outra parte tão frágil, tão quietinha que só queria um colo em que eu pudesse me largar sem precisar justificar nada. Só queria poder dizer: “eu tô cansada, eu tô machucada, eu não aguento ser forte hoje.”
Eu vivo num território estranho entre a minha raiva e a minha tristeza. A raiva me acusa, a tristeza me acolhe, e eu fico ali no meio, sem saber de qual das duas fugir primeiro. É como se eu estivesse sempre lidando com a dor de não chegar onde eu achei que deveria chegar, e com o luto por não ser a versão de mim que eu imaginava.
E mesmo assim… eu sigo. Eu continuo. Não porque eu me sinto forte, mas porque tem uma parte de mim, pequena, quase imperceptível, mas viva que acredita que existir já deveria ser suficiente. Que talvez um dia eu consiga me olhar com um pouco mais de gentileza. E que, quando esse dia chegar, talvez eu finalmente consiga me perdoar por ser humana.
Certa vez, uma conhecida da faculdade afirmou para mim:
"Sabe, eu não posso casar-me com um pretinho e ter filhos escuros. Não posso fazer isso, eu estaria a pecar contra a minha cor."
Atravessado por aquelas palavras, fiquei por alguns minutos pensativo.
O facto curioso é que ela não é branca, mas sim uma preta minimamente clara, que no seu falar se denominam "mulatas".
A que nível a pretude desceu, para até se vangloriar de pensamentos medíocres. A ignorância é, de facto, algo que me assusta — reflecti.
"Tenho um grande fascínio pela morte, ela simplesmente é interessante. Parte de mim diz: vamos tentar... Eu rio e, ao mesmo tempo, sinto uma paz. Hoje é um excelente dia para desapegar da vida."
Não mais por mim, não mais por nós.
Quando você sorri.
Quando você brinca.
Quando você canta.
Quando você dança.
Quando você faz tudo de mais divertido.
Porém não sente aquele calor de felicidade depois que cada um desses momentos passa.
Quando você sente que nem é mais por você, que você faz a felicidade do seu dia ou os momentos de força, mas é por quem não quer te ver mal, é por quem você não quer ver sofrer. Você vai seguir, você vai fazer, você vai se levantar, mesmo que saiba que vai cair mais e mais vezes, mas não é mais por você. Você irá apenas ser a casca de alegria, mesmo sabendo que por dentro nada mais floresce e nada mais germina alegria. Porém você sabe que irá até onde for necessário e fará o que for necessário para que as pessoas que você ama sorriam, se sintam bem e sigam pensando que você está bem. E assim será. Seguiremos até onde for permitido, pois vontade de seguir por você mesmo não existe mais. Seremos o melhor do que podemos ser por quem amamos, mas na primeira oportunidade de descansar a mente e o corpo, iremos nos entregar. Simplesmente por que não vemos mais sentido em seguir por nós mesmos.
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