Gente Mimada
(Malu) Ela é especial. Não tenho duvidas. É uma mistura de boneca com gente, é linda! É menina que brilha que encanta e acarinha meu coração. É anjo da guarda... É um tanto de encanto e verdade. Ao teu lado meu sorriso brota sincero na face, meus olhos se inundam de fé. Ela é presente que Deus me deu. É mão pra segurar. Ela é luz! Olhando em teus olhos eu sei que Deus encontrou uma maneira bonita de colorir meus dias. E até em preto e branco ela faz o meu mundo florir.
Ruim de cidade pequena é gente que vasculha sua vida e acha que sabe tudo sobre ela, quando bem nem sabe da própria!
E assim é a vida: quando a gente acha que está tudo dando certo vem uma tempestade e nos obriga a construir tudo de novo.
Só não vale desistir.
A saudade machuca sim, mas é a forma que ela encontra de dizer que tem gente que ainda está viva dentro de você e por mais que você tente não conseguirá esquecer.
Não sei lidar com situações tipo:
- Gente chorando
- Gente triste
- Gente com problemas
- Gente pedindo conselho
- Gente
Tem gente que sempre quis viver um conto de fadas, sem saber que já vive um. Uma vida de faz de conta também é um conto de fadas.
Nós nunca mudamos o que somos. Muita gente não admite, mas é verdade. Podemos até desviar nossas condutas por um tempo, deixando de fazer certas coisas, talvez para agradar ou até mesmo conviver com outra pessoa, mas no final das contas acabamos sendo o que somos de verdade e fazendo o que temos necessidade de fazer.
Às vezes, as coisas estão tão ruins que a única vontade que a gente tem é de sumir. Mas sempre existe um lugar onde a gente pode recomeçar.
A gente tinha que ter duas vidas. Uma para experimentar, ver o que dá certo e outra pra viver. Mas, infelizmente, só temos uma. Por isso, sigo um ditado que adoro: 'Escolha tomada, escolha acertada.
A GENTE NÃO INTENDE QUE ANTES DE DAR CERTO. ALGUMAS COISAS DARÃO ERRADO. NÃO POR AZAR, MAS POR UM PLANO DE DEUS..
As pessoas dizem que toda dor passa, sinceramente, eu não acho que passa, eu acho que a gente se acostuma. No começo o sofrimento parece que é insuportável, você sente vontade de arrancar o coração para fora e sair gritando para todo mundo ouvir. Depois você começa a pensar no que poderia, aliás no que deveria ter feito para evitar tudo aquilo, começa a pensar e se você tivesse seguido um caminho diferente? Um rumo diferente? Se tivesse escolhido outras palavras para dizer? Outros sonhos para você? E você fica se martelando que não devia ser assim. Mas eu te falo, devia sim. A gente precisa quebrar a cara e ás vezes até o coração para amadurecer um pouquinho. Para parar de ficar fantasiando que a vida é um "conto de fadas" onde tudo vai ser simples e com um final feliz, não é. Sinceramente até acreditava que tudo um dia passa, que o tempo leva, que fica na memória. Mas toda dor, toda decepção deixam um machucado aberto, a ferida vai cicatrizando com o tempo, mas se você for lá e bater no mesmo lugar, vai doer novamente. Por isso eu acho que nem toda dor simplesmente passa, eu acho que a gente se acostuma, que ela torna-se suportável, acho que com o tempo a gente para de priorizar a dor e começa a enxergar outros sentimentos melhores.
Os acontecimentos algumas vezes desinterpretam a gente. Perder alguém, para a morte ou para a vida, é uma ocorrência assim, e nunca sabemos de antemão como reagiremos. Não sabemos. Insisto: não sabemos. O término de um relacionamento no qual nos sentíamos enraizados ou o falecimento, repentino ou não, de um familiar ou amigo íntimos, são situações que nos ultrapassam, e diante delas jamais reagimos, tim-tim por tim-tim, como imaginávamos. Mesmo os que sempre esperam o pior, não sabem o que esperam. Não sabem. Aqueles outros que, ao contrário, ante a dor sorriem, resignados, ou que, otimistas, querem consolar os consoladores, estes nem sempre, mas muitas vezes se enganam. Cuidado consigo, é preciso. Acontecimentos como esses podem ser enfrentados, nas primeiras horas, nos primeiros meses e até nos primeiros anos com muita coragem e temperança, mas não há como prever ou mesmo perceber sua influência em prazos mais longos. O tempo traz um tanto de sabedoria e paz a alguns, mas noto, sempre mais, que à ingente maioria ele traz mesmo é amargura: crescente, insidiosa, imperceptível aos desatentos (são tantos...) Não é tristeza. Não impede ou inibe sorrisos. É uma desarmonia de fundo, revelada mais nos gestos e ações do que nas fisionomias e palavras, e o mais sério e difícil: essa desordem não é passível de ser convertida por força da vontade. Sequer é consciente, às vezes. Portanto, cuidado ao lidar com pessoas que perderam porções de si mesmas (silêncio e presença fazem mais do que a vontade ansiosa de fazer alguma coisa). Não descuidemos delas ou de nós mesmos, lembrando que se há uma coisa que a vida sabe fazer de uma hora para outra é nos sacudir com força.
