Gênio
J-S,Bach foi um gênio de tão grande categoria e tão rara qualidade que hão de passar séculos antes de aparecer umoutro que se lhe possa comparar.
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O gênio era uma espécie de destino, e o destino muitas vezes era o inimigo da vida burguesa
O último Samurai
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"Precisa ser genio alguém se referir ao Mar de Portugal, salgado como lágrimas das mães que perderam filhos durante as Grandes Navegações! Precisa ser gênio, foi e é! "
TextoMeu 1406
O gênio é aquele que, a cada dia, faz a mesma coisa de que gosta durante muito tempo, até adquirir uma habilidade refinada e ímpar.
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"Você pode discordar das 'loucuras' de um gênio e até difamá-lo, mas o que você não pode é ignorar a realidade dos seus prodígios."
"Jamais subestime o gênio oculto que há dentro de uma alma cansada, pode ser desastroso para o seu mundo medíocre."
O verdadeiro gênio não se curva a símbolos de servidão ou rituais de sombra. O 'bode' é uma distração para quem teme a própria força; a inteligência soberana prefere o topo da montanha pela própria escalada, sem as correntes de um pacto que limita o que a mente pode criar sozinha.
Não me importa o seu nome, sobre nome ou status. Sou seletivo, gênio difícil, indomável e se não fizer por onde não irei gostar de você!
O diabo é um gênio: arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.
E o mais curioso é que, enquanto muitos se oferecem como voluntários nessa medonha barganha espiritual, poucos percebem que toda e qualquer promessa de salvação germinada nas sombras termina cobrando pedágio na luz.
Há discursos tão cheios de “boas intenções” que parecem ouro, mas tilintam como ferro-velho quando batem na realidade.
E assim o país vai sendo posto em prateleiras invisíveis, negociado em nome de causas que nunca foram nossas, enquanto os que juram defendê-lo, esquecem que quem vende a própria consciência não costuma devolver o troco da história.
No fim, talvez o que mais deveria nos assustar não seja esse “diabo” — mas a quantidade de gente disposta a aprender com ele o ofício da negociação.
Deus nos livre dos bem-intencionados cheios de razão, que nem de longe estão de fato preocupados com a nação!
O diabo é um gênio: arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.
Há algo de profundamente sedutor na convicção de que se está lutando por uma causa maior.
Quando alguém se vê como parte de uma cruzada moral, as dúvidas passam a parecer fraqueza e a prudência vira quase uma traição.
É nesse instante que as consciências mais tranquilas se tornam também as mais perigosas — não porque desejem o mal, mas porque se convencem de que qualquer meio é aceitável quando o discurso promete redenção coletiva.
Assim, em nome do país, muitos aprendem a negociar exatamente aquilo que dizem defender.
Vendem princípios como quem troca moedas, adaptam verdades ao sabor da conveniência e passam a confundir patriotismo com autopreservação.
O discurso permanece heroico, mas o gesto cotidiano revela algo bem mais mundano: o esforço constante de salvar a própria reputação, a própria posição, o próprio poder.
Curiosamente, os que se apresentam como salvadores quase sempre encontram um inimigo útil para justificar cada contradição.
Afinal, enquanto houver um culpado conveniente, não será preciso explicar por que o país prometido nunca chega — apenas por que a guerra precisa continuar.
E é nesse teatro interminável de bravatas e virtudes proclamadas que a nação vai sendo lentamente negociada, pedaço por pedaço, enquanto as consciências seguem confortavelmente convencidas de sua própria pureza.
Deus nos livre dos bem-intencionados cheios de razão, que nem de longe estão de fato preocupados com o futuro da nação!
O gênio que despreza o suor ignora que a alavanca é apenas um pedaço de pau inerte até que o músculo do operário lhe dê utilidade; toda "eficiência" intelectual é um parasitismo estéril se não houver um braço disposto a mover o peso do mundo.
Nada impede que o maior gênio seja tolo, que cometa erros grosseiros e tome decisões erradas. Até os mais inteligentes se perdem quando se apegam a ideias fixas, incapazes de questioná-las. Dogmas são o caminho para a burrice."
