General
Cristo meu general, estou reunindo a coragem que me falta para aliar-me aoTeu exército na luta contra as hostes do mal, a começar por expulsá-las das fronteiras do meu eu!
Quando o general de um exército desvaloriza a importância de seus soldados, na vitória alcançada, certamente ele não é um líder de verdade.
Quando criança, meu quartel general era uma grande jabuticabeira no meu quintal. Eu envelheci, cheguei aos sessenta e a minha jabuticabeira, onde vivi tantas horas de tantos dias, como um soldado atento, observando o mundo abaixo de mim, foi arrancada pela especulação imobiliária. Hoje aquele pomar de muitas árvores e inúmeros passarinhos, não passa de uma sem graça e sem vida mansão moderna, quase futurista. Minha poesia de criança morreu por um estúpido progresso, numa cidade que é grande e linda, mas que não tem mais minha jabuticabeira onde eu e as aranhas tecelãs brincávamos de observar um ao outro.
Para um bravo soldado apenas a vitória e declarar honra e glória a seu general, bastam para que seu caminho seja satisfatório.
COMUNISMO CAPITALISTA
Em 2008, a General Motors, passando por uma grave crise econômica, decide fechar sua fábrica no estado de Ohio (EUA), deixando mais de dez mil pessoas desempregadas. Grande parte destes trabalhadores não conseguiram retornar ao mercado de trabalho, perdendo todos os seus bens.
Em uma queda vertiginosa rumo à pobreza extrema, a esperança em retornar à classe média veio com o anúncio da compra do espaço da antiga fábrica, por um grupo chinês, fabricante de vidro para carros - Fuyao.
O documentário "AMERICAN FACTORY" traz a história desta integração sino-americana com todos os benefícios e dificuldades, principalmente no cenário de exploração dos funcionários pela empresa "Fuyao Glass America". Resultado da parceria formada pela NETFLIX e a produtora Higher Ground, do ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama e sua esposa Michelle, com direção de Steven Bognar e Julia Reichert, esta produção recebeu o Oscar 2020 de melhor documentário.
Um dos temas apresentados no enredo é o modelo de cooperação onde o trabalhador chinês atua com um norte-americano, integrando as duas culturas. em todos os níveis de função e de comando. O presidente Cao, supervisiona diretamente os trabalhos de instalação e a produção nos primeiros meses de funcionamento. Cada americano é capacitado e supervisionado por um chinês todo o tempo. A legislação americana de direito trabalhista é criticada pelo empresário, mas respeitada, apesar do salário oferecido ser abaixo da média do mercado americano.
Esta integração vai além dos muros da fábrica. O documentário apresenta cenas onde os chineses pescam com os moradores americanos, participam de festas tradicionais, apresentando a cultura americana aos chineses, desenvolvendo laços de amizade. Eles se surpreendem com a liberdade de expressão dos americanos, ao descobrir que ali é permitido fazer piadas sobre o presidente, sem nada acontecer.
Cao tenta constantemente impor a cultura econômica chinesa, fazendo exigências incomuns aos executivos americanos, tanto no aumento da exploração dos espaços reservados aos funcionários, reduzindo o refeitório para aumentar a linha de produção, quanto na proibição da sindicalização dos funcionários, ameaçando com demissões e até mesmo o fechamento da fábrica, caso isto acontecesse.
Na cultura chinesa os funcionários trabalham incansavelmente, em jornada de doze horas e uma folga mensal. Passam longos períodos de tempo longe da família, até anos em alguns casos. Comem pouco, o salário é baixo - ganha mais quem trabalha mais. Não conversam durante o trabalho, que, geralmente é repetitivo e monótono na linha de produção. E seu maior objetivo é o sucesso da indústria, pois ela é a razão de estarem empregados e garantir o sustento da família. Eles crescem com esta mentalidade e se surpreendem com jeito americano "preguiçoso" de trabalhar e com a postura destes trabalhadores, que não conseguem servir seus patrões sem nenhum questionamento.
O enredo é desenvolvido pela narrativa de forma linear pelos diretores Bognar e Reichert. Inicia-se apresentando o desalento dos desempregados com o encerramento das atividades da GM em Ohio, a esperança do retorno à classe média com a notícia da instalação da fábrica Fuyao, a integração das duas culturas no trabalho e na vida social, a imposição do modelo econômico chinês com exploração do trabalho e pressão contra a sindicalização, o desânimo e a decepção dos trabalhadores, que são obrigados à se submeterem ao atual modelo de trabalho oferecido pela fábrica, pois o cenário econômico é de crise e falta de emprego. No final é apresentada uma ameaça ainda maior - o início da substituição de trabalhadores por máquinas mais produtivas.
O sucesso deste documentário está na reflexão sobre o momento econômico atual, com companhias chinesas conquistando diversos novos mercados e substituindo marcas antes consolidadas, geralmente americanas. Mas isto não acontece só com os chineses. A narrativa tem a possibilidade de expor ao público as dificuldades enfrentadas por trabalhadores de todo o mundo.
Respeitando as peculiaridades culturais de cada nação, com maior ou menor intensidade, funcionários de todos os níveis, precisam do emprego para sobreviver e manter a família e por isso são obrigados a se calar diante da exploração empresarial e retirada de seus direitos básicos. Quem trabalha, ou já trabalhou em linha de produção de uma empresa de grande ou médio porte, vai se identificar vendo este documentário.
São duas visões diferentes sobre o capitalismo, ambas voltadas para o consumo de milhões, tendo no modelo americano a apresentação de um processo produtivo mais humano. Já o modelo chinês visa a produção e só se interessa em extrair o máximo de seus trabalhadores, sem se importar com acidentes, condições de trabalho ou sua opinião.
Trate bem o seu chefe, porque o próximo pode ser pior! As máquinas vem aí...
“O tráfico negreiro árabo‑muçulmano começou quando o emir e general árabe Abdallah ben Saïd impôs aos sudaneses um bakht (acordo), no ano de 652, que os obrigava a entregar anualmente centenas de escravos”.
Como um general em sua bancada desdobra estratagemas para manobra das tropas, a gestão estratégica deve alcancar os objetivos do negócio elaborando metas aos seus departamentos.
Um bom soldado com muita dedicação, pode se tornar General... Masquando deixa o que já conquistou e sai em busca de aventura, estará propício a ser prisioneiro!
Veio pra vencer
Sou mais você
General de guerra
Não tem medo de morrer
Tenha fé fica firme
E crer
Você é o campeão nascido para vencer
Pelo o LUO
A GENERAL DE BIGODE
(Luiz Islo Nantes Teixeira)
Nada pode abalar um coracao feliz
Que nos diga o felizardo do Adao
Que nao teve sogra,aquela megera infeliz!
Que nao cansa de dar sua opiniao
Aquela mesmo que mege e se sacode
Para torturar os bombinhos do amor
Aquela mesma sogra, a general de bigode
Que estudou na universidade do terror
Aquela mesma sogra que nem vizinho atura
Que ate a evita e a dar total desprezo
Aquela mesmo a sogra que ate se cair dura
Voce, coitado, e o primeiro a ser preso.
Aquela mesma sogra que diz
“Minha filha tinha um corpo de boneca”
E que tambem faz aquele comentario infeliz:
“Filha, seu marido esta ficando careca”
Nada pode abalar uma uniao perfeita
Que nos diga o egoista do Adao
Que nunca nos deu a receita
Para que tenhamos paz no coracao
Sogra e aquela mal intencionada
E quando voce casa com a filha ou filho
Fica te vigiando como onca pintada
Para ver ser voce sai fora do trilho
E ate para enterrar a defunta
A familia tem que estar la junta
Honrando a memoria daquela assombracao
Mas eu honro e tambem oro sim
“Deus afaste este calice de mim,
Finja que sou o seu novo Adao!
© 2008 Islo Nantes Music/Globrazil(ASCAP)
Globrazil@verizon.net or Globrazil@hotmail.com
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USA (1) 914-699-0186 - Luiz
Uma história gloriosa
Em General Severiano existe uma Sede não qualquer Sede, mais uma linda Sede! Ali mora uma paixão não muito grande e nem muito pequena, mais uma imensa paixão... Quem tem o prazer de passar por ali sente arrepios de emoção, sentimentos aflorados como o de Heleno de Freitas, daí, percebe-se ser aquele lugar muito especial. Ao passar durante a noite naquele local, facilmente se vê um facho de luz e uma estrela solitária a brilhar, é verdade!!! Nela passeia um anjo de pernas tortas que parece proteger aquele lugar. Eu busquei entender o porque de tudo aquilo, aí conheci o ser glorioso que mora ali. Nas batalhas campais praticadas por ele, nasceu o amor incondicional dos seus súditos... Clube rico em história, clube de grandes tradições, a nação brasileira o agradece pelo tri mundial conquistado. Saiba que para aprender a ser Botafogo tem que saber fugir do trivial, saber buscar a inspiração verdadeira onde não existem falcatruas e nem tendências maldosas e inescrupulosas. Aprender a ser Botafogo é saber que este clube é especial, é amor passional que não se encontra em qualquer esquina! Quando eu digo que sou Botafogo sinto em mim uma emoção mais apurada, fruto da benção do alto pela escolha acertada! Se perguntarem porque sou Botafogo, eu respondo assim: Sou Botafogo porque é o maior vencedor do Rio/São Paulo entre os cariocas; ele é o único tetracampeão o estado; ganhou a taça Guanabara de 1997 com onze vitórias em onze jogos, foi o clube que mais contribuiu para seleção brasileira na história, ficou cinquenta e dois jogos sem perder, detém a maior goleada do futebol nacional e quando ganha é contra tudo e contra todos. E quanto à superstição de nós botafoguenses, ela é um estímulo a mais..., e nós acreditamos que existem coisas que só acontecem ao Botafogo, e isso faz dele um clube diferente dos outros. Seu escudo é o mais belo do planeta, o único no Brasil que não carrega alguma letra. Portanto, eu sou do clube glorioso que a grande massa teme renascer das cinzas. Botafogo é um clube de tradição e minha eterna paixão, a sua estrela solitária como um facho de luz brilha dentro do meu coração e, ele será para sempre o meu alvinegro campeão.
Se vocês colocarem aqui na mata um general do MPLA não sobreviverá dois dias, Porque aprenderam a comandar nos gabinetes.
