Futilidades
A realidade de grande parte da sociedade
Preencher a vida com futilidades e momentos cênicos construídos para impressionar plateias encantadas enquanto reside num intenso vazio interior e numa profunda improdutividade existencial
A sociedade moderna carece de conhecimento, mergulha em futilidades mas não evolui seus amplos "pensamentos".
Simplicidade
O simples me atrai, as futilidades me causam desequilíbrio.
Estou com uma vontade de caminhar do teu lado apreciando os teus sorrisos, sentindo esse cheiro teu, os teus olhos são os faróis que tem me guiado pelo caminho certo. Como é gostoso entrelaçar nossos corpos em cima da cama em uma noite fria, você exala a tua essência e isso me contagia.
A felicidade não esta apenas na chegada, ela esta presente em toda a jornada.
A mulher a prova futilidades. Tudo que for fácil descarta á veste: homens, acessórios, amor, dinheiro, responsabilidades..
Gostaria que fosse possível te encontrar agora. Conversaríamos sobre a vida, sobre futilidades. Adicionaríamos teorias de como o universo surgiu, ou tentaríamos explicar como ele sempre esteve aqui.
Sem que sequer notássemos os minutos tornariam-se horas. Eu poderia expressar cada fibra do que realmente sinto, e você compreenderia não só as palavras, mas as entrelinhas. Você enxergaria as nuances. Entenderia os desdobramentos. Você veria em plena translucidez a verdade da minha alma.
Gostaria que fosse possível te encontrar agora. Eu tiraria esse enorme peso dos meus ombros. Eu desataria esse nó da minha garganta.
Gostaria que fosse possível te encontrar agora, porém, se existes, não sei onde ou quando.
Desde as pequenas futilidades as reais necessidades o sistema nos oferece, mas tudo com o seu devido valor imposto por alguém.
Eu não me ligo, nem tenho apreço,
por luxúrias pífias e ostentações de futilidades.
O que me atrai são coisas simples.
Coisas que me retém o fascínio, da beleza que carregam consigo.
Por valor, não por vaidade.
A ociosidade principal é quando nossa mente começa a navegar nas futilidades que não nos levam a destino algum
Meu grito calado nas letras!
O padrão é ter carrão,
o padrão é ter iPhone,
futilidades,
a língua se engradece,
se ensoberbece,
gritando,
falando em altos tons,
eu tenho isso,
eu tenho aquilo,
e ninguém grita:
Eu não tenho amor!
Futilidades por aí,
todo mundo vê,
todo mundo sente,
todos consentem,
e ainda se gabam...
gritando também,
coisas dos comum,
coisas que para eles,
são considerados como padrão.
O povo,
a galera,
a moda,
quem espera?
a publicidade?
a propaganda?
a televisão?
a internet?
são as que injetam no cérebro
das pessoas este tipo de padrão?
Não sei,
só sei que a minha volta,
vejo o fútil tomando o lugar do útil...
Não queria escutar,
mas todos falam o tempo todo,
e se acham com os seus bens,
na verdade eu queria estar escutando o cantar dos pássaros,
mas estou numa grande cidade,
em que a futilidade tomou conta das pessoas,
o humano é considerado quase um reciclável,
e nas mentes das pessoas,
o padrão não é ser feliz,
e sim ser um chamariz,
com coisas empurradas pelas mídias.
A publicidade esta em todo o canto explicitando o que ela acha:
Pessoas comprem!
Pessoas adquiram o que vai te fazer feliz!
Pessoas vejam isto!
É algo extraordinário e que vai te fazer sentir-se realizado!
Tudo mentira!
Não caia na onda da futilidade,
seja um ser capaz de raciocinar o que é melhor para você,
cair no ordinário do dia a dia,
com coisas e mais coisas sem precisão,
tenha o necessário,
guie-se pela razão,
e segure a sua língua para não se ensoberbecer,
com coisas fúteis,
que na realidade são inúteis,
e que no máximo te mostram apenas como mais um,
qualquer um,
no meio de uma sociedade consumista!
Capitalista!
E por fim, selvagem!
Bens materiais, futilidades, status...
Não sinto vontade de seguir esse caminho porque sei que esse caminho não é o caminho da verdadeira felicidade.
A necessidade de ostentar e exibir bens materiais é a mais clara demonstração de pobreza de espírito, é uma falsa felicidade e vida vazia... O que é essencial vem da simplicidade, do coração, não precisa exibir: a gente sente!
As pessoas estao tão preocupadas em bens materiais, em futilidades que acabam por esquecer de amar o proximo, pois o que esquecem tambem é que vamos ter todos o mesmo fim.
Que as futilidades e inutilidades, inevitáveis na vida, não sejam valorizadas como bens indispensáveis.
"Já chega de futilidades...não ouse tentar amar alguém pela beleza externa,o amor é valioso demais para isso e não irá se prestar a tal papel.
Porque no fim a beleza física sempre acaba e só o que irá lhe restar mesmo é o amor, o carinho e o caráter da pessoa, isso se ela tiver..."
Em um tempo marcado por futilidades e momentos passageiros, ainda resistente sufocados por uma sociedade hipócrita, pessoas que lutam para salvar princípios e valores suprimidos pela modernidade eloquente. Uma “sociedade de poetas mortos”, que perduram no interior de pessoas que se importam para as peculiaridades da vida, como a poesia, a arte, a música e sentimentos verdadeiros, objetos de um apreço descartável pela contemporaneidade, que vagam de prazeres momentos, de satisfação momentânea... Pessoas que saboreiam o verdadeiro néctar da vida.
