Fundo
olho as estrelas...
vejo os milagres sem fim,
meu amor eterno distante,
mesmo assim lindo amor,
definho dia apos dias,
nas minhas lamentações
serem benditas na dor,
meu amor seja do jeito
vai ser como pode ser,
nas variações de nossas almas
somos únicos num destino,
para onde vamos...
ou de onde viemos é um segredo,
do qual escolhemos amar,
numa fronteira infinita
desejamos o amor e suas definições,
no entanto existe vários caminho
que levam o amor,
como ser intrigante desejado,
faz o fazer o sentido sofredor
em tantas questões
e plataformas que esquecemos
que existência muito curta,
ainda que valores dados,
são apenas fagulhas que passamos
a vida querendo ter... no florescer de nossas almas,
porque sentir tanta dor por simplesmente amar...
tudo pode ser muito bom...
basta se ponderar cada estante que perdemos
ao lado que amamos é teor de uma pérola rara
na sua perfeição do teu coração...
mesmo não compreenda a sintonia da pureza do amor,
singular na plenitude de dessa vida um pingo no universo,
de muitas vidas posso viver a eternidade te amarei
cada uma delas mais e mais como a primeira vez que te vi...
não seria o bastante e nem muito ou pouco
de um estante que vida termine... seria o amor
tudo que quis te amar,
o para sempre será uma fagulha em nossos corações.
O dia está em cacos quebrados,
por mais que tente cola-los,
nunca mais será mesmo,
tempestades de minha alma,
das sobras uma sombra,
que se dilata na escuridão
dos meus pensamentos,
por mais impuros que seja,
uma promoção de valores vulgares,
minha alma está cheia,
como minhas lagrimas na solitude,
do meu peito tantas indecisões
que vida perde sentido...
nas janelas da tua alma...
qual sentido do meu coração?
magoado sem um destino...
quantos sacrifícios cometi para amar,
sem quer tenha uma resposta
de uma alma vazia sem distinções,
nas discrepâncias sois uma estrela que...
simplesmente se apagou em um lugar distante.
mais uma noite sem dormir,
tento refletir, trágico!
tento pensar como está
porque toma tais
decisões, meu coração
flamejante!
não um definição
apenas um sentimento...
doe profundamente.
a lua não tem graça sem você...
apenas um vampiro que sugou...
em todos segredos da lua,
antes de me afogar no seu silencio...
como as balas que atravessam muralha
o paraíso é um sonho de trevas,
como chocolates são para ricos
afundados em magoas sem fim...
então bebi o sangue que deu vida.
a morte parece tão agradável,
quando não há reconhecimento em nada,
apenas o vazio além do vazio a dor chega ser extrema
não dou respostas a coisas que estão no fundo do coração
minhas lagrimas no horizonte dizem que sou demais,
para que brigar por algo que nunca fez sentido.
jogos de amor
lembranças
jogos do destino,
tempo e suas lavaredas
gritos na escuridão
beijos esquecidos,
momentos de lagrimas
arrependimento...
visto num ultimo gole,
mantos fúnebres,
estações vazias
todos estão longe
para alguém sentir
que mundo acabou
em lembranças que queimaram
no estante que deixou
a clareza dos sentimentos,
num gole de absinto
o decoro foi um sentimento
entre brumas de dores,
dentro do mais profundo
numa fumaça...
gotas de ressentimento
a morte num parador absoluto.
solidão pura
chama do coração,
sem expressão...
face fria e gelada,
simplória amargura...
terror mero amor,
fronteira,
dos quais saboreie
mero fardo doce sonho,
desperdício nobres sinos,
status de glamour,
ferozmente,
noite fria cheia de decepções.
No fundo do poço tinha uma luz
e lá foi ele buscar a luz
a viagem foi longa e solitária
lá chegou e encontrou...
lama, fétido, pegajoso, frio, breu;
e a luz?
Era o reflexo da luz que vinha de fora.
Difícil foi tomar impulso para sair lá fora
Passos largos em corda bamba
passos largos em corda bamba
em dias de chuva se escorrega na lama
pedro quebrou o braço
sim!
um passo
um passo errado
um movimento tímido calado
exacerbou-se em teorias
dizia ele:
onde a trevas
há luz
há sombras
eu não quero estar aqui
quando as bambas estourarem
não brinco de juiz
não me disfarço em réu
aceito meu inferno
mas me fale do céu
então vá pedro
pois agora sebes a verdade
a pluralidade dos erros
a dor do mundo
agora sabes ir bem fundo
desvairou-se por mais uma vez
vê agora o canto o vomito
triste fim de pedro
sabes a moral dos vencidos e dos vencedores
mais um por-do-sol,
o silencio doma meu ardo coração,
as pessoas titubeiam em tantos detalhes,
as observo com desdenho do infortúnio,
tudo torna - se o vacilo coração frio...
nessa imensidão recubro as atas da escuridão,
mesclo meus pensamentos,
numa arvoredo do mesmo jeito
a descrevo sem dor,
do fel escuro da morte,
a bebo um gole de vinho
o dia derruba uma fileira ao nada.
EM BUSCA DE REDENÇÃO
NO ESPAÇO QUE O TEMPO ROUBOU
MINHA SINA É TIRA VOCÊ DO MEU CORAÇÃO
JUNTAR OS FRAGMENTOS DO EU QUE SOBROU
PEITO ABERTO SEM EXITAÇÃO
SENTIR QUE A ALMA CHOROU
SAUDADE VAI SE PERDENDO COM O TEMPO
VAGOS MOMENTOS BONS EU LEMBRO
TENRAS PALAVRAS SE FORAM COM O VENTO
DIAS CIZAS DE NOVEMBRO A NOVEMBRO
ANIMAL SEM INSTINTO AO RELENTO
UNIÃO QUE PARA O MUNDO É TRADIÇÃO
AMOR É UMA DOLOROSA ILUSÃO
O SONHAR QUE A REALIDADE LEVOU
PROMESSA DE FELICIDADE NÃO SE MANIFESTOU
SENTIMENTOS BONS NÃO É MAIS ADVENTO
SINTO NO FUNDO DO MEU AMAGO TODO SEU REBENTO
AMPUTOU-SE O PRINCIPAL MEMBRO
NESSEE PROCESSO SEM CULPA EU ENTRO
CRAVADO EM ETERNA REGENERAÇÃO
(RBJ)
Pensamentos
Fagulho do que são em suas lagrimas.
As crias do deleite e tuas ações,
Frias no mar da minha alma,
Possíveis da ausência,
Lagrimas mais sem nada mais.
Obscuro nas profundezas,
Latentes nestas que são os flagelos,
Abrupto sem composição,
Para que lamentar?
De tudo esta nas perdições.
minhas magoas são musicas insensatas...
domo minha raiva e esqueço o mundo...
fecho os olhos sinto o gosto da morte.
um alivio pós nenhuma paz seja tardio...
o som do desespero é ultima sensação.
palavras feito vento,
todas elas jogadas ao vento,
monumentos de brumas...
absorvidas pelo solstício.
luz do luar
sentimento afogado no peito.
mar cheio de felicidade
a vida que conduz a morte,
tantos sentimentos deixados
nos maiores abismos de nossas almas.
morte...
gosto de veneno
doce vinho...
amargo sentimento da perdição...
calo me diante da tua visão...
extremo assim sendo
semântica austera
vertente nos rios de sangue
dor olhar vazio,
querer apenas amar e dor
que tanto se renova
nobres braseiros
cujo o verbo sempre seja o
primor solitário...
traste algoz do destino
ferida aberta...
ate ultimo suspiro.
as luzes criticam seus olhares
por mais que queria vê las
as estrelas nunca são iguais
ate a luz mais tocante desaparece
alimentando as trevas
que tanto teimam em meus sonhos,
carrancas temorosas fluem em cálida
os gritos são abafados pela noite.
CO-CRIANDO MARAVILHAS DO FUNDO DO POÇO
"Às vezes quando pensamos estar no controle de nossas vidas, de todas as situações, com tudo de bom acontecendo, acontece algo que nos desestabiliza completamente, como perder um emprego, perder um parente, perder todo o nosso dinheiro, ou perder a saúde. Já aconteceu isso com você? A vida é assim.
E então tudo aquilo que aprendemos, palavras de motivação já não fazem mais sentido. O desânimo bate à nossa porta. Nos sentimos perdidos e parece que não há mais saídas para nossos fracassos e desesperanças.
O que fazer? Ouvir os amigos? Mas ao ouví-los parece que cada um tem uma resposta diferente, uma solução, cada um diz à você o que você DEVE fazer. E agora? Qual caminho seguir?
Não se desespere! Pois somente você sabe o que é melhor para você, somente VOCÊ sabe tudo o que passou ate chegar aqui, somente você sabe aonde o seu calo aperta. A resposta está dentro de você. Ouça a sua voz interior, pois ela é Deus em ação.
Pergunte-se o que você pode fazer hoje que irá fazer com que se sinta melhor. Faça uma lista de coisas que melhorem o seu astral. O que você gosta de fazer? Por que não tem feito? Faça! Trace planos para o futuro e estabeleça metas detalhadas com prazo determinado.
Às vezes é do fundo do poço que saem as melhores respostas. Siga o seu coração e a sua intuição e saiba que o fracasso é parte fundamental para o sucesso!
Beijos da cantora e coach de superação e transformação Aline Brown.
Gratidão por você existir! "
(Aline Brown)
