Fui
Eu como ser humano acredito que fui criada a imagem e semelhança do criador e portanto, é meu dever me tornar o melhor ser humano que nesta existência, eu consiga ser!
Fui predestinado a suportar o mundo nas costas,todos os absurdos,loucuras,insanidades,inconsequências e etcs,não minhas,pois as minha já são minhas mas as dos outros,todo sofrimento e toda tristeza se tornam o ápice da minha felicidade sempre que me vejo totalmente vazio.
Fui pra Europa...que tamanha enganação,apenas paisagens diferentes,idioma diferente,só e nada mais,a bebída embriaga,igual a ipyóca daqui a comida é boa menos do que a daqui,fui só pra saber,me arrependi!!
me envolveu com seu afagos de amor, quando fui fraco e indefeso, ela foi minha guardião guerreira que lutou minhas guerras, foi ela que colocou sua vida em risco muitas vezes apostando em mim. e se possível faria tudo novamente, se isso me fizer-se feliz, foi ela que me ensinou supera os fracasso e fazer das fraquezas a força mara este mundo vencer, logico que não há papel e nem tinta para descrever você mãezinha, te amo!!! milhões de vezes te amarei!!!
Nunca fui capaz de controlar meus sentimentos, mantê-los lá dentro. Antes, isso estragava a minha vida, sempre fui uma vítima de mim mesmo. Eu fazia coisas erradas, fugia, ficava maluco. Agora faço esse sentimento trabalhar pra mim ao invés de me destruir.
Hoje me encontro mais perdida que nunca. Por que? Não sei ou sei... eu que sempre fui tão centrada, tão objetiva, tão certa de si (dona de si). O que tá havendo? Também quero saber, não tenho resposta pra essa pergunta... tudo começa com uma brincadeira sem graça... Sabe quando? Sei, na festa profana, é foi lá que tudo começou... Sabe como me sinto? Não, mas eu sei e como sei - como um bicho enjaulado dentro de meu próprio ser. Hoje esta sou eu.
"Já fui atraída por olhos verdes, azuis, negros, castanhos. Já fiquei profundamente encantada por bocas bem desenhadas, sorrisos sacanas, olhares que me despiam. Já suspirei por altos, fortes, mais velhos, mandões, com voz grossa, ombros largos, inteligentes, lindos, exóticos, grisalhos, loiros, morenos, ruivos, negros, orientais. Cada um, numa época diferente, me atraiu por características que hoje pouco me importam.
Quem eu quero perto de mim? Pessoas generosas sentimentalmente falando. Gentis, prestativas, atenciosas e que tudo isso seja inato...E que sejam sinceras também. Não deu? Beleza! Digam! Olhem nos olhos e digam! Não me escondam nada, não queiram ser "politicamente" corretas omitindo o que pensam, doces palavras mentirosas magoam mais que duras palavras verdadeiras. Sejam, com todos os defeitos e qualidades. Sejam sem máscaras, sem enfeites, sem maquiagem. Verdade por mais que possa assustar, não dói, fortalece! Pessoas capazes de tentar, arriscar, sonhar, acreditar, lutar. Pessoas livres! Que se completam por si só. Que se valorizam e me valorizem. Que percebam em mim aquilo que eu tenho de bom e que achem meus defeitos um charme. Que me olhem dos pés a cabeça e me vejam de verdade, e não se esqueçam que tudo aquilo que eu tenho para transmitir está nos meus olhos, gestos, sorrisos, lágrimas, na minha espontaneidade, na minha fala sincera, que embora assuste um pouco é meu jeito de encarar a vida, é assim que sou.
Todos os dias da minha vida, acordo com o desejo de encontrar pessoas que me olhem assim como eu olho as pessoas, com o coração aberto e pronto para conhecer alguém especial...É.R.P"
Eu não estava preparado para ter certeza, que eu fui apenas uma marionete do seu último show. Sempre chega o momento que o palhaço sai de cena.
- Kenrick
Sempre fui uma pessoa muito franca, não escondo o que sou, o que penso, a maneira como vejo o mundo.
Fui criada de maneira regrada, limitada, asséptica, diria até assexuada. Filha única, mimada e cobrada, o exemplo a ser seguido, o bibelô de uma família de errados. A única linha reta escrita até o momento. Hoje, inconscientemente me vejo esquecendo o freio, me jogando sem defesas em uma paixão que me fez fora de mim, imersa em um outro, outro a qual já nem sei mais. Uma paixão sem fôlego, sem fim, sem meios, sem regras e sem freios. Um desejo que não cala, berra o tempo todo, fala através da angustia e do medo.
Eu já vivi, eu já sorri e já fui feliz de perder até o ar,
hoje eu apenas sobrevivo perguntando quando esse inferno vai acabar.
Desculpe, fui fraca demais e logo me rendi ao abismo que a vida me ofereceu. Eu cai do precipício mais alto e não obtive nem sequer um aranhão. Não apenas escolhi o precipício mais alto como escolhi o errado. Escolhi o precipício da alma onde infelizmente meu estado de espirito se acolheu ou melhor adoeceu. Evitei por um longo período de tempo pessoas e quaisquer maneira de contato com as tais. Evitei a academia, o bar, a praça, supermercados e até a esquina de casa. Desliguei meu telefone e apaguei a agenda do meu celular, para assim eu não recorrer a ninguém. E não recorri até agora. No tempo em que estive afastada, ninguém me procurou, nem um recado na caixa postal, nenhum telefonema .. nada. Sou um tanto faz na vida das pessoas, sou como um enfeite pra mesa cuja serventia é apenas destaca-lá. Pelo menos, posso garantir que fui uma boa filha de Jesus, sem envolvimento com drogas ou bebidas alcoólicas. Sem dizer nenhuma palavra ”feia” sobre o teto dos meus pais e acima de tudo, virgem. Você deve ter notado que isso está longe de ser uma ”despedida” ou uma simples nota de suicídio. A questão é que nunca me senti inteira ou completa, que a verdade seja dita nunca senti como se pertencesse a esse mundo. Tal dor, magoa e rancor apagaram de mim qualquer sentimento bom ou puro relacionada a minha forma de agir ou viver. Papai e mamãe sempre me deram tudo, nunca deixaram me faltar alimento ou cobertor no frio. Mamãe até me ensinou a falar e o papai me ensinou a andar de bicicleta. Papai e mamãe não perceberam que a filha deles tinha algo de errado, que talvez precisaria de umas 12 sessões com uma psicologa que só traria mais problemas, como se eles já não fossem o suficiente. Teriam que bancar uma clinica de reabilitação ou até um reformatório. Decidi me tornar uma atriz, sucumbi meus sentimentos mais prolíferos no canto mais obscuro que havia em mim, e lá os tranquei. Sobre tudo, passei um longo tempo sorrindo quando meus demônios internos me dilaceravam por dentro. Diga-me papai e mamãe vocês perceberam? Não. No momento em que me dopei, me dei conta que as coisas nunca mais seriam a mesma, que estaria deixando pra trás todo sofrimento e angústia que habitava em mim. Dei-me conta também que aquela garotinha que ficou toda contente com o presente de aniversário de 10 anos, morreu. A ”eu” de agora nunca se sentiu tão viva e perplexa, meus órgãos internos estão mortos á muito tempo, as olheiras embaixo dos meus olhos entregavam isto. Por favor não chorem sobre meus restos mortais, nem ao menos sussurrem que farei falta. Comprem apenas um caixão que me caiba. Estou ansiosa pra conhecer o céu.
