Fugir de Si Mesmo
Desculpar o outro por vezes é mais fácil que desculpar a si mesmo. Somos extremamente cruéis com a gente mesmo! O outro podemos evitar, fugir do convívio. Mas nós teremos de nos encarar pelo resto da vida.
Seja o que tenha sido, não importa, se perdoe!
Respeitar o próximo é ter empatia a si mesmo, entendendo o lado oposto mesmo pensando e agindo diferente, sem ter atitude desprezível. Isto não significa que concordamos plenamente com outro, isso nada mais é que ter maturidade suficiente para entender que somos diferentes, pensamos diferentes, com inteligência suficiente para ficar próximo e viver em paz sem ocupar ou tirar o espaço do outro.
Ninguém sabe quão longe está
do nada para Deus.
Enquanto você se agarrar a si mesmo,
você vagará para a direita e para a esquerda,
dia e noite, por milhares de anos;
e quando, depois de tanto esforço,
você finalmente abrir os olhos,
verá a si mesmo, por defeitos inerentes,
vagando em torno de si mesmo como o boi no moinho;
mas, se, uma vez libertado do seu eu,
você finalmente começar a trabalhar,
essa porta se abrirá para você em dois minutos.
O primeiro passo para você atingir o seu verdadeiro potencial é conhecer a si mesmo e aprender a reconhecer os seus sabotadores emocionais.
Só conhecerá seus limites e capacidades, com uma análise profunda sobre si mesmo, o autoconhecimento nos permite saber quem somos, para o que vivemos, e o que podemos ser capazes ou não de fazer.
Nada que alguém não consiga fazer consistentemente para si mesmo consegue ser ofertado ao outro a longo prazo.
Muitos dos seres humanos que na sua angústia não tem a quem recorrer além de si mesmo, encontra-se desfavorecidos por estarem desamparados no cativeiro, sendo humilhados e sustentados com migalhas nesse regime ignominioso e tenebroso.
Refém do terror, esfacelados psicologicamente e ajustados na miséria, com o túmulo da esperança em suas memórias a marcha fúnebre prossegue. Porque no depósito dos rejeitados não se vê o roteirista do próprio destino.
Ou você julga os outros e perde a sua vida, ou julga a si mesmo e ganha em vida. Às duas opções dependem de você.
Os avatares da vida real são versões falsas de si mesmo que os indivíduos enviam para viver em sociedade, os quais adequam e moldam uma personalidade que seja plausível de aceitação no convívio social, pois afinal, a sinceridade e a verdade nesta distopia em que vivemos, são consideradas indecorosas, ou até mesmo; hostis.
Quanto mais você espera das pessoas, mais chances você dá a si mesmo de se decepcionar, pois as pessoas não pensam como você, não agem como você e sequer imaginam o que você espera delas.
