Fugir de Si Mesmo
Amor é sentimento mútuo, é felicidade a dois, é abandonar a si mesmo, a exclusividade, para viver com outrem. Amor é partilhar sorrisos e compartilhar felicidade. Amor é bem mais que o entrelaçar entre corpos, é o deleite entre almas, é a plenitude, o ápice entre dois sentimentos. O amor não é um troféu, não é um prêmio, nem uma conquista. O amor é a descoberta, o descobrir-se amando, quem dera, voltássemos a nos amar como a primeira vez, porque na primeira vez é doce e, tem cheiro e essência de amor de primeira viagem. Talvez, o amor já o seja antes de ser, antes de confidenciar-se ao mundo. Eu te amo!
Decepciono-me com as pessoas que desistem fácil, descartam amigos, e mentem para si mesmo; não seja covarde, encare seu conflitos, enfrente as situações adversas, não abandone seus ideais, organize seus pensamentos, e afaste o medo do novo, abra-se para novas oportunidades ainda que pareçam impossíveis, coragem e determinação fará de você uma pessoa bem sucedida!
As vezes tentar compreender o incompreensível é tentar compreender a si mesmo, pois tentar compreender o outro é mais fácil do que a nós, é mais cômodo julgar as atitudes do próximo e condena-lo do que olhar para dentro de si e autocondenar-se, pois sempre tentamos esconder no lugar mais profundo de nossa alma o que fazemos ou pensamos, mas parece que esses sentimentos vem sempre a tona, por mais que tentamos esconde-los eles sempre nos atormentam.
A sinistra experiência no deserto (em si mesmo), proporciona e instiga cenários turbulentos, imprecisos, confusos e desorientação no íntimo. É fantástico a cada passo atingido/ conquistado, perante a expectativa do caminhar (no vazio) rumo ao Espectro do oculto!
As mulheres pecam em ver o casamento como um fim em si mesmo. O casamento é um meio; o fim é ser feliz.
