Frutos das Árvores
(Serenata)
Meu pranto rega árvore da solidão e minha alma serena tem obrigação de colher os frutos de uma guerra tola.Na casa da hipocrisia não sei mais o que é paz.
Com palavras já não posso me declarar, todo o tempo não serve mais a mim,bato na porta da casa engraçada,mais não costumam receber visita na madrugada, e lá vem o ódio me fazer companhia e de quebra a noite me trazendo uma nova mortalha.
A irá noturna nem sempre vem me visitar e quando mais preciso não consigo acorda.A hora do Adeus novamente chegou, mais uma carta de amor nunca dirá quem eu sou.
E na manhã seguinte tudo acaba em oração, mais uma graça alcançada,cansada da opressão.
Ao cair no chão, como um fruto de uma árvore;
Não se entristeça, não se importe.
Esterei eu apenas esperando que as folhas secas me enterrem, que a chuva me regue, e que o sol me fortaleça.
Para que eu nasça, novamente, mais alto que meus sonhos.
E que meus frutos possam dar gosto ao mundo, dos sabores de minhas experiências.
E do tempo tornar-me aliado.
Aos que lembram, aos que esquecem...
Dar,com um sorriso generoso e amigo,
como as àrvores dão, sem recompensa,
a flor, a sombra, o fruto, a paz, o abrigo!
“O amor é uma árvore que plantamos e não sabemos qual tipo de fruto vai dar. Tanto pode ser doce como pode ser amargo e o tipo de fruto depende do terreno onde foi plantado ou da forma como ela foi regada e cuidada.”
A vida é uma árvore que produz frutos de prosperidades e a base de tudo são as raízes semeadas de esperança.
Quando minha mãe se foi para outra dimensão, fiquei como uma árvore seca e pálida, sem frutos e flores... Depois de dois anos voltei a ter alguns “ramos”, hoje sobrevivo da orquídea que ela mesma plantou! Orquídeas, falam sim!
A humanidade é uma árvore que sustenta a sociedade, sem frutos não há progresso, sem folhas não há condições de renovação, sem galhos não há individualismo compartilhado com a coletividade, sem tronco não há estrutura para viver e sem raiz não há vida.
Continuar vivendo? Prefiro cortar o mal pela raiz do que deixar nascer frutos na árvore da podridão.
