Frieza
Até o ar muda de densidade os pelos arrepiam na frieza gelada daquelas almas que vagueiam vagantes sem direção, qualquer jogo os atrai acreditam nas mentiras na podridão, na miséria que recebem parecem mesmo burros com cabresto sem olhar para os lados enxergando somente o que seus capachos lhes mostram.
Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado
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A mulher que buscar a dureza no homem como valor será reduzida a nada. Frieza não traz felicidade, parceria e cuidado.
Continue firme: Não deixe que os erros, a maldade e a frieza dos outros tire a sua Alegria de viver❣P.G
Sim, é sério.
Não é drama, nem exagero.
Às vezes, o que parece frieza é apenas alguém tentando diminuir o peso do coração.
Minha linda, você é a perfeição para mim.
Eu amo cada traço seu — o mau feitio, a frieza, a falta de jeito com a casa e o dinheiro. Para os outros são falhas, mas para mim, são os detalhes que provam:
Eu amo a totalidade do seu caos e da sua intensidade.
Você é a mulher mais linda que eu já conheci, e eu te amo apesar de tudo e por causa de tudo que você é.
Tão Assustador quanto a Frieza à nossa volta é a facilidade com que aprendemos a Congelar.
Há algo profundamente inquietante na maneira como a indiferença, aos poucos, deixa de nos causar espanto e passa a fazer parte da paisagem.
No início, ainda nos incomodamos com a dor alheia, com a injustiça escancarada, com o sofrimento que atravessa os olhos de alguém e parece pedir, mesmo em silêncio, um pouco de humanidade.
Depois, quase sem perceber, começamos a desviar o olhar.
Criamos justificativas, ficamos na defensiva e chamamos de maturidade aquilo que, muitas vezes, é apenas o nosso modo de não sentir tanto.
Talvez o maior perigo não esteja em viver cercado de pessoas gélidas, mas em descobrir que somos capazes de nos adaptar a essa frieza.
Porque o ser humano tem uma habilidade extraordinária de transformar o absurdo em rotina, a crueldade em normalidade e a ausência de afeto em uma espécie de mecanismo de sobrevivência.
Aquilo que antes nos feria passa a nos parecer inevitável.
E o que considerávamos inaceitável começa a ser tolerado, desde que não nos alcance diretamente.
É assim que o gelo se instala: não necessariamente pela falta de sentimentos, mas pelo excesso de decepções; não pela incapacidade de amar, mas pelo medo de continuar oferecendo algo que tantas vezes foi recebido com desprezo.
Aos poucos, confundimos proteção com afastamento, prudência com indiferença e força com a capacidade de não demonstrar que algo ainda nos toca.
Como se sentir fosse uma fraqueza, quando talvez seja justamente a prova mais evidente de que ainda não nos rendemos por completo à dureza do mundo.
Mas há uma pergunta que merece nos acompanhar: até que ponto precisamos endurecer para sobreviver sem nos tornarmos semelhantes àquilo que nos feriu?
Nem toda frieza nasce da maldade.
Algumas nascem do cansaço, outras do medo, outras de feridas que nunca encontraram espaço suficiente para cicatrizar.
Compreender isso também é um exercício de humanidade.
Entretanto, compreender as razões do endurecimento não significa romantizá-lo, tampouco aceitar que a dor seja uma autorização para reproduzir nos outros aquilo que um dia nos feriu.
Existe uma diferença muito sutil, mas também muito fundamental, entre aprender a não permitir que tudo nos destrua e aprender a não permitir que nada mais nos comova.
A primeira é sabedoria; a segunda pode ser uma forma silenciosa de desistência.
Talvez amadurecer não seja deixar de sentir, mas aprender a sentir sem nos perdermos.
Seja estabelecer limites sem transformar o coração em território inacessível.
Seja compreender que nem todos merecem a nossa confiança, mas que isso não significa que a confiança tenha perdido o seu valor.
Afinal, proteger a própria sensibilidade não deveria exigir o sacrifício da nossa capacidade de reconhecer a humanidade no outro.
Em um mundo que frequentemente recompensa a indiferença e interpreta a gentileza como ingenuidade, permanecer sensível exige uma coragem muito particular.
É preciso muita coragem para não devolver a agressividade recebida, para não transformar cada decepção em uma sentença sobre a natureza humana, para continuar acreditando que a delicadeza tem lugar mesmo onde a brutalidade parece prevalecer.
Não se trata de ser ingênuo, de aceitar tudo ou de permanecer disponível para quem insiste em nos ferir.
Trata-se de não permitir que as circunstâncias decidam, por nós, quem devemos nos tornar.
Porque talvez uma das maiores tragédias da existência não seja apenas sofrer com a frieza do mundo, mas sobreviver a ela e, um dia, perceber que já não conseguimos reconhecer o calor que ainda existe.
Que nos acostumamos tanto a não esperar nada que passamos a desconfiar até do que é genuíno.
Que, na tentativa de evitar novas feridas, fechamos as portas também para aquilo que poderia nos devolver a esperança.
No fim, a pergunta não é apenas quantas vezes a vida nos obrigará a endurecer, mas quantas vezes teremos a lucidez de escolher não Congelar também.
Que saibamos desenvolver a firmeza necessária para enfrentar o mundo sem perder a ternura necessária para habitá-lo.
Que a nossa experiência nos torne mais conscientes, e não mais indiferentes; mais criteriosos, e não incapazes de confiar; mais fortes, sem que essa força nos roube a delicadeza.
Afinal, há uma diferença imensa entre ter um coração que aprendeu a se proteger e ter um coração que já não se permite sentir; um coração Congelado ou Empedernido.
E talvez a verdadeira resistência, em tempos de tanta frieza, não consista em nos tornarmos imunes à dor, mas em impedir que ela nos convença de que a humanidade deixou de valer a pena.
Porque o mundo já tem gelo suficiente.
O que talvez esteja faltando não é mais gente capaz de suportar a frieza, mas gente que, apesar dela, ainda se lembre de como aquecer.
A verdadeira crueldade não está na dificuldade da caminhada, mas na frieza de quem assiste ao sofrimento de quem tenta crescer e não tem a decência de comprar nada, preferindo ver o outro cair a dar um abraço em forma de apoio.
O espelho da humanidade já não reflete o amor que nos foi dado, mas sim a frieza de olhares que só sabem desejar o mal e maquinar a ruína do próximo.
Quando silenciamos a ofensa, o amor de Deus se espalha muito mais rápido e transforma a frieza do mundo em um lugar de acolhimento.
Por trás dos assassinatos mais brutais, existe a mesma frieza de quem seria capaz de matar um cão ou um gato a sangue frio, sem sentir um pingo de remorso. Quem despreza a vida de um ser indefeso revela uma crueldade assustadora. A maldade não escolhe espécies, e quem não respeita a vida de um animal também não respeita a vida humana. Andrew Kust.
Sensualidade discreta de uma arte calorosa que inibe facilmente a frieza com uma forte emoção que passa por todo o seu corpo a partir da veemência do seu coração, irrefutavelmente, uma mulher de muitos encantos, físicos e os da sua essencialidade, uma farta inspiração em curvas e verdades, composição sedutora de uma naturalidade expressiva, que esbanja vitalidade, dessarte, uma sapiência divina.
O Que me Deixa Mais Triste é a frieza e Falsidade das Pessoas , As vezes Parecem tao reais, Que nao esperamos Nada alem de coisas Boa e Doces .. Mas chega um Dia que A gente Conhece De verdade e começa Ver que ela Nao era aquilo que voce Pensava , que é Falsa e tem o sangue frio... e Sempre se faz De bonzinho , ou coitadinho ..
Mas essa índole Ja vem de Berço e Nada muda a não ser Por Forças Divinas ( DEUS )
Mas sempre ha o dia seguinte .. e é claro Deus é Mais!!!
A frieza nada mais é que uma forma que encontrei para escapar do sofrimento, e da hipocrisia das pessoas.
A chuva, muitas vezes, faz-nos no diminuto da vontade abatida pelo frio, o refletir sobre a frieza de uma relação entre amigos... Que ela, a frieza, nunca exista entre bons amigos! Uma boa amizade é importante! Que ela seja duradoura no amor e verdade... Sentida na constância da atitude de carinho... Elevada pela beleza dos valores de ambos percebidos! É bom ter amigos!
As vezes a frieza é a melhor saída, a melhor resposta, a indiferença as vezes faz bem, e a ironia é a melhor defesa!
