Eu sou hóspede do mundo
Minha casa é a floresta
O céu é pequena fresta
Onde do luar me inundo
No espaço dum segundo
Tenho um belo espetáculo
Quando o sol no seu pináculo
Traz a lua pruma dança
E meu coração balança
Sem encontrar obstáculo.
Eu sou um caos, mas vc consegue me acalmar
Eu sou a chuva, e vc veio para me guarda
Eu sou mar, e vc veio para me admirar
Eu sou as estrelas, e vc veio para me amar
Mataram-me!
Mataram-me!
Morri lentamente, mas hoje sou uma mulher que nasceu outra vez, mais uma vez e nunca mais deixarei que alguém me mate por dentro.
Nildinha Freitas