Frases sobre Vento

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Pergunto ao vento onde está o meu amor, na esperança de que ele sopre a resposta direto para os meus braços.

Peroba-rosa que cobre
do Sol com a sua copa,
Tem tudo de memorável
quando dança a vento,
Não há ninguém que
faça romper por dentro
com aquilo que nasci,
cresci, aprendi e me
fez caminhar até aqui.

A poesia que se escreve
é semente de Imbuia
que não é levada pelo vento,
Brota e cresce no peito,
enraizada no seu pensamento.

Folhas

Apesar de secas
Ondulam ao ritmo do vento.
A chegada do outono
Indica a passagem da estação.
Acumuladas no chão
Deixam o destino de quem passa
Um tapete infinito
Na cor pálida
Cor do outono
Cor da tua pele.

⁠Khirbat al-Zababida

O vento ainda canta a antiga
canção beduína,
Cestos com cereais e frutas
cítricas e a poesia
de Khirbat al-Zababida,
O direito de regresso
é uma das leis da vida.

No fim, sobrará apenas o vento soprando entre as ruínas do que tentamos ser, levando as cinzas dos nossos poemas e as memórias dos nossos pecados. O mundo seguirá seu curso, o sol nascerá para outros miseráveis, e o meu nome será apenas um sussurro de quem soube ler o abismo.

Navego o deserto de almas vazias sob a bússola do impossível, pois prefiro o açoite do vento que sopra do norte à mansidão de um rio que me arrasta para longe de quem eu sou.

Minha alma tem a textura de uma casa abandonada, onde o vento sopra entre as frestas de memórias que eu deveria ter enterrado.

A alma é uma casa abandonada onde o vento sopra entre as frestas de memórias que eu deveria ter enterrado há muito tempo. Mas eu gosto do barulho do vento, ele me lembra que, embora a casa esteja vazia, ela ainda respira a poeira do que foi vivido.

Junto do vento que vem do sul, para bem além de onde o sol se põe, depois do oeste, onde o tempo se curva, flui a fonte da inspiração pura e indomável, a melodia que o mundo ainda não ouviu, gravada nas estrelas ancestrais.

O mundo passa com pressa e leva pedaços da gente como folhas ao vento. Resta um bilhete amassado no bolso: “sobrevivi por pouco”.
Não é glória, é quase legenda de uma fotografia torta, mas serve para lembrar que ainda posso olhar e contar.

O vento traz nomes que o mundo esqueceu. Eles pousam na janela e demoram a sair. Eu os recolho como se fossem folhas importantes. Coloco-os no bolso e sigo caminho mais leve. Carregar nomes é forma de resistir ao esquecimento.

Se já viveste numa casa com telhas de céu, paredes de vento, janelas de chuva, portas de solidão e cama de pedra, aprendeste o quão é fria a humanidade.

Sigo contra o vento selvagem, pé cravado na tempestade, olhos fixos na vitória.

Na dúvida, aceitei o engano como professor, reajustei velas e segui adiante, o vento já conhece meu nome.

O vento é essência do indomável, não se deixa conter, não pertence a rumo algum, é movimento puro, existência sem destino, liberdade em forma de sopro.

Fui pó, vento e fé e em tudo, Deus permaneceu.

Quem já foi pó não teme o vento.

A fé é a chama que o vento não apaga.

Já caminhei em silêncio com Deus e Ele falou através do vento. O silêncio com Deus às vezes é mais eloquente que mil explicações, o vento traz a resposta que tanto necessito.