Numa sociedade onde reina o medo, instalam-se facilmente o sofrimento, o clientelismo, a cultura do “yes man” — ou seja, do “sim” automático —, o nepotismo e a ditadura. Em contrapartida, onde há coragem, florescem a liberdade, o respeito e a dignidade.
Ansiedade é o coração sem piedade, clama por amor e só recebe tiro de raspão. A sociedade não esclarece quantos dias de sofrimento em vão.
Buscando seu coração perdido na viela do medo nos becos da dor na morada do último suspiro, só mais guerreiro da desilusão.
É essencial que agentes do Estado tenham independência e segurança para serem os olhos da sociedade no Estado. Se o agente, contudo, atua mirando em projetos pessoais, a prerrogativa da independência se transforma em privilégio, em instrumento para traições institucionais.