Frases sobre Pesquisa Científica

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A ciência amplia o território do conhecido, mas cada descoberta também revela novos continentes de ignorância.

A ciência explica mecanismos; o Direito decide responsabilidades.

A ciência jurídica avança quando abandona dogmas que já não conseguem responder às perguntas da realidade.

O Direito não evolui isoladamente: evolui junto com economia, ciência, tecnologia, moral e comportamento.

A ciência pode explicar nossa origem; o Direito precisa decidir como devemos conviver.

Há perguntas que a ciência responde, outras que a filosofia examina e algumas diante das quais a honestidade simplesmente permanece em silêncio.

A humanidade ergueu templos diante do desconhecido; talvez a ciência tenha aprendido a entrar neles sem precisar ajoelhar-se.

A ciência procura explicar como o mundo acontece; a filosofia pergunta o que significa existir; a dúvida recorda a ambas que nenhuma resposta humana é o próprio universo.

A ciência avança com base em provas abertas ao debate, não na submissão cega a regras imutáveis.

A ciência evolui porque assume o que não sabe; a religião estagna porque finge ter todas as respostas.

A ciência progride quando a hipótese aceita o risco de ser refutada.

A ciência progride quando o erro pode ser identificado sem que o questionador seja silenciado.

A ciência não se fortalece quando recebe proteção contra a crítica, mas quando se submete a ela.

O Direito deve proteger o espaço da crença sem ocupar o espaço da ciência.

A ciência pergunta o que pode ser demonstrado; a religião pergunta o que pode ser crido; o Direito pergunta o que pode legitimamente ser imposto.

A ciência não precisa de dogmas; precisa de hipóteses suficientemente fortes para sobreviver à dúvida.

A ciência civiliza a ignorância quando transforma curiosidade em método e dúvida em evidência.

Prever uma escolha é ciência; induzi-la é poder; legitimá-la é uma questão jurídica.

A comunicação comercial tornou-se uma ciência de probabilidades: já não pergunta apenas o que você comprou, mas o que provavelmente comprará depois.

A ciência pergunta o que pode ser demonstrado; a religião pergunta o que pode ser acreditado; o agnóstico pergunta até onde podemos saber; o Direito brasileiro protege a liberdade de formular as três perguntas.