“Dominguin faceiro do jeitin que a gente gosta, tomando um café bem quentin e lembrando da roça..
Ah que saudade de correr no lado da palhoça e rever de pertin, o cavalo bem pretin, cujo o nome era pipoca!”
Eu ainda escuto as mesmas músicas
Ainda amo um café amargo e forte,
Ainda saio de casa, tomo uns drinks e
Passeio aos finais de tardes,
Ainda leio bons livros,
Ainda faço as mesmas coisas,
Meu coração, porém, não é o mesmo
Há algum tempo.
Por um detalhe tão bobo me lembrei do café, seus olhos e seu sorriso, a distância entre passado e presente se perde na sua irrelevância, por não reconhecer o seu lugar no tempo.
Há quem prefira adoçado, outros preferem amargo, mas uma coisa temos em comum, uma xícara de café e alguns minutos sozinho é o que basta para inspiração.