Sobre a vida: frases que capturam a essência de viver

Talvez a maior sabedoria seja viver o presente sem esquecer quem fomos e sem abandonar quem ainda podemos nos tornar.

As pessoas detêm o poder de viver em paz, umas com as outras, na palma da mão. Mas, de controvérsia, escolhem a guerra.

“A morte talvez seja menos trágica do que viver décadas sem presença interior.”

Vivemos plenamente apenas quando aprendemos a viver em sociedade.

Esperar por dias melhores também é uma forma de viver.

A ciência procura explicar o mundo; o Direito precisa decidir como devemos viver nele.

Viver muito não significa necessariamente ter vivido muito; duração e experiência não são sinônimos.

Como seres humanos imperfeitos podem construir uma ordem minimamente justa para viver juntos em uma sociedade tecnologicamente acelerada?

A felicidade jurídica talvez seja viver em uma sociedade na qual ninguém precise lutar diariamente pelo reconhecimento de sua dignidade.

Camus encontrou no absurdo uma pergunta sobre como viver; o jurista encontra no Direito uma pergunta sobre como conviver.

O legislador escreve no presente aquilo que muitas gerações terão de viver no futuro.

A liberdade política não é fazer tudo o que se deseja, mas viver sem o arbítrio de outro.

O tempo passa enquanto olhamos para outra coisa; às vezes, viver é simplesmente parar e olhar.

Viver é agir sobre probabilidades enquanto a consciência sonha com certezas que a própria realidade não prometeu.

Talvez seja preciso morrer algumas vezes por dentro para entender que viver também é deixar para trás quem já não somos.

O desespero é a doença de uma existência dividida contra si mesma: viver, mas não querer ser quem se é; desejar ser outro, mas não conseguir escapar de si.

A existência autêntica começa quando deixamos de viver segundo o roteiro alheio e assumimos a autoria incômoda de nossa própria finitude.

Viver talvez não seja derrotar o absurdo, mas recusá-lo como argumento suficiente para desistir da existência.

Viver é cumprir uma espécie de contrato que ninguém se lembra de ter assinado.

A natureza não consulta a vontade individual antes de colocá-la dentro da existência; viver é entrar em um movimento que começou antes de nossas próprias escolhas.