Frases Reflexiva quem sou eu
Quanto
mais me conheço,
mais vejo como sou burro.
Acredita que precisei de 57 anos
pra descobrir que, infelizmente,
a minha felicidade pode ser
capaz de incomodar
alguém.
Um louco é preciso, muitos loucos são necessários.
As grandes coisas assim acontecem, sou fascinada por doses de genialidade (irmã da loucura) como se toma whisky e vodka: em boas doses
Não sou frio, sou triste.
Mas tristeza profunda não faz barulho. Ela aprende a se disfarçar em silêncios longos,
em olhares vazios que já desistiram de explicar.
A dor me faz triste. Cada fibra em mim lateja memórias que nem a medicina apaga. Sou um retrato ambulante de perdas, do movimento, da autonomia, da esperança. E assim… Atristeza brota sem cessar,
como uma secura interna que nenhum afago alcança.
Tenho inclinação para me destruir, sou o martelo e o muro que trinca. Cada falha vira sentença, cada pensamento uma marreta contra mim mesmo. Temo a força das minhas próprias mãos, que insistem em demolir o pouco que ainda permanece de pé.
Sou uma pessoa feliz, presa num inverno que insiste em ficar. Carrego o sol na memória, o riso nos ossos, o amor em cicatrizes abertas. Mas, por agora, é a tristeza quem ocupa o palco, enquanto minha alegria espera, quieta, nos bastidores.
Na madrugada silenciosa, sou único habitante do meu universo interior. O quarto se expande em paisagens oníricas que existem só em mim, cores e estrelas que brilham enquanto sonho acordado, mas desaparecem ao nascer do dia.
Preso a esta cadeira, sou tronco retorcido pela dor, mas ainda assim, tento me erguer, mesmo que o vento forte, vindo do leste, queira me dobrar como galho em dia de tempestade.
Sou como um barco furado… E meus pensamentos, como as águas do mar, vão, lenta e silenciosamente, invadindo meu interior. Não há resistência, não há conserto… Apenas a certeza inevitável de que, pouco a pouco, eu vou afundando.
Entre a queda e o voo, habito o intervalo das coisas esquecidas, sou pássaro de asas frágeis, que escuta o chamado do céu, mas repousa entre galhos secos, esperando que o vento, um dia, lhe ensine a direção.
Não sou o que sofri, sou o que floresceu depois, uma história reescrita com a tinta invisível da resistência, um rosto onde cada cicatriz desenha o mapa secreto da coragem de recomeçar.
Sou como um riacho humilde que, entre pedras e barreiras, traça seu curso sinuoso; nunca estanco, apenas me desvio, impelido por uma força invisível que me arrasta para o mar infinito, um destino maior que me orienta e transcende meu próprio ser.
Se o que é meu realmente chegaria até mim, tenho certeza que sou vítima de apropriação indébita na vida!
Sou muito quente, mas também posso ser demasiado fria.
São as suas atitudes que determinam as oscilações da minha temperatura!
