Frases Racionais

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O Judiciário brasileiro é ruim. É lento, ineficaz e pouco coerente. Se levarmos em conta o fator preço —1,43% do PIB—, é sério candidato ao posto de pior do mundo.

"O coração não tem língua, não usa lógica e nem razão, mas se mete em tudo!"
Haredita Angel
21.12.23

“Fé é permanecer firme quando a lógica pede desistência.”⁠

A criatividade encontra a lógica.

A verdade absoluta é o óbvio, e o óbvio é a coerência entre o pensamento, sentimento, matéria e a vida; quando falta coerência em algum desses, é apenas uma verdade individual.

A criatividade é um caminho para chegar na lógica.

Que verbalizemos os valores éticos e morais, mas, acima de tudo, que as nossas práticas sejam coerentes com o que dissermos!

A credibilidade só é percebida quando existe coerência entre a fala e a prática.

A racionalidade antes que uma idealização é um subterfúgio dos sentimentos vividos.

A matemática é a única mulher racional cuja infinidade de problemas eu consigo resolver.

O amor é a única equação onde a lógica se perde e a alma finalmente se encontra.

A vida nos cruzou de um jeito que lógica nenhuma explica: um fio de voz no rádio e um coração do outro lado pronto para escutar. Foi o encontro de dois corações machucados que, de repente, sintonizaram na mesma dor e na mesma esperança.
Não foi um simples "oi", não foi um esbarrão qualquer e, muito menos, a carência que os juízes de plantão adoram apontar. É engraçado como o julgamento funciona: tem gente que não acredita no destino cruzando almas, mas acredita piamente em um livro que tem cobra falante.
Dizem que o nosso encontro foi "momento", enquanto se escondem atrás das paredes de igrejas que usam a carência como isca para atrair fiéis. Vivem de aparência, postando fotos de "casais perfeitos" e famílias intocáveis, quando a realidade entre quatro paredes é de silêncio e amargura.
A diferença é simples: eu prefiro a verdade de quem já sofreu e se reconheceu num rádio, do que o teatro de quem precisa de um altar como vitrine para esconder uma vida vazia.
Podem rir, podem duvidar e podem seguir com suas fábulas. O que foi real entre nós, nenhum sermão apaga e nenhuma hipocrisia desmente. Contra fatos — e encontros de alma — não há argumento que vença.

A vida nos cruzou de um jeito que lógica nenhuma explica: uma voz no rádio e um coração do outro lado pronto para escutar. Foi o encontro de dois corações machucados que, de repente, sintonizaram na mesma dor e na mesma esperança. Não foi um simples "oi", nem um esbarrão; foi um começo. Antes de tudo, éramos amigos. Conversávamos sobre tudo, ríamos de qualquer coisa e varávamos a noite falando. Naquela época, ninguém sabia a aparência do outro e ninguém ligava para julgamentos.
Claro que o preconceito de idade veio dos outros, mas, quando a gente ama, a gente não escuta o barulho do mundo. Hoje as coisas mudaram e os "moralistas" querem dar pitaco em tudo. É curioso ver como a régua deles muda: para o pastor ou o membro da igreja que é ex-presidiário, ex-traficante ou assaltante, o discurso é o do perdão. Para quem tem "passagem pela polícia", dizem que não podemos julgar, que o passado ficou para trás e que o amor cristão tudo suporta.
Mas para dois corações que se encontraram com sinceridade, a moralidade deles vira pedra.
A diferença é clara: eu prefiro a verdade da nossa história, que começou sem máscaras e sem vitrines, do que a hipocrisia de quem usa a Bíblia para perdoar o crime, mas a usa como arma para condenar um encontro de almas. Podem rir, podem sentir pena ou dizer que é inveja; podem seguir com suas fábulas de cobras falantes. O que foi real entre nós, nenhum sermão apaga. Contra fatos — e conexões que nasceram no espírito — não há argumento religioso que vença.

A vida nos cruzou de um jeito que lógica nenhuma explica: uma voz no rádio e um coração do outro lado pronto para escutar. Foi o encontro de dois corações machucados que, de repente, sintonizaram na mesma dor e na mesma esperança. Não foi um simples "oi", nem um esbarrão; foi o nosso começo. Antes de tudo, éramos amigos. Conversávamos sobre tudo, ríamos de qualquer coisa e falávamos a noite inteira. Naquela época, ninguém sabia a aparência do outro e ninguém ligava para julgamentos de idade ou opiniões alheias.
O que passamos foi bom. Havia uma conexão de alma que poucos entendem. Por causa de um erro meu — que nem nós dois sabemos explicar o real motivo — as coisas não deram certo. Ninguém é perfeito. Mas tudo o que eu vivi com você foi real e teve muito amor. Você realmente fez o meu mundo melhor e me deu a certeza de que eu tinha encontrado a esperança de um grande amor verdadeiro.
Podem falar o que quiserem, podem usar suas regras e julgamentos, mas eu sei o que eu vivi. Eu senti. Não posso falar por você, mas pela minha vida eu afirmo: foi real, foi intenso e foi, acima de tudo, o que me fez acreditar de novo.

No cenário religioso atual, observa-se um fenômeno que desafia a lógica da humildade cristã. A trajetória é quase sempre a mesma: muitos começam por baixo, doando tempo e esforço voluntariamente "em nome de Deus", sem receber um centavo. Contudo, com o passar do tempo, ocorre uma ascensão meteórica para uma pequena elite. Uns tornam-se pastores influentes, outros cantores gospel de sucesso ou missionárias itinerantes. De repente, a vida desses "escolhidos" muda drasticamente: surgem os ternos de grife, os carros milionários, as mansões e os relógios de marca. Enquanto isso, a realidade dos membros da igreja permanece estática; eles continuam na mesma luta diária, sustentando com o seu suor um sistema que raramente os retribui.

O amor é a máxima atitude de uma expressão racional

Medo
Medo é o abandono da lógica,
É a renúncia voluntária aos padrões razoáveis.
Nós nos entregamos à ele, ou lutamos contra ele.
Mas não existe um meio termo para o medo."

O conhecimento, por si só, não nos torna melhores; apenas nos torna mais hábeis em racionalizar e legitimar as atrocidades que já estávamos dispostos a cometer.

Qualquer argumento que fuja da lógica para se esconder no subjetivismo é apenas um ruído. A filosofia deve ser o bisturi que separa a narrativa idealizada da realidade bruta.

O cérebro pode até formular a lógica da nossa existência, mas é no peito que a gente decide se vale a pena acordar amanhã. A razão sem paixão é apenas um relógio que marca as horas de um funeral.