Para os amigos nada, pois eles têm o meu amor e isto já basta. Para os inimigos tudo: meu perdão, minha indulgência, minha cautela e minha reza. E quando esse inimigo está infiltrado no seio familiar, tudo vai em dobro. O pecado do excesso nesta situação é permitido por Deus.
Precisamos tomar muito cuidado com os amigos e os inimigos, igualmente. Num determinado aspecto, por motivos diferentes, ambos tentam nos induzir ao erro.
Amar os amigos é bom e prazeroso, difícil é amar e perdoar o inimigo. Talvez o Deus misericordioso possa, no futuro, perdoar quem não conseguiu perdoar e amar o inimigo.