Poetas,
profanos,
poemas.
Nas mãos uma pena,
nas mentes dilemas.
Joelhos balbuciam rezas,
Ora se entregam,
ora renegam.
O breu acendeu...
vontades dionisíacas,
A pena ganhou o poetae o poeta, ganhou vida.
Estou fardo de ver os homens cafajestes, sem compromisso se darem bem na vida amorosa. Estou cansado disso, de ver os bons homens românticos apaixonados, seresteiros das madrugadas, chorarem incessantemente. Oh!!! meu bom Deus! por que a vida é tão injusta e dolorosa, com quem demonstra amar?