Esquecermos muitas cousas, no entanto, pelo encanto, nossas distrações, são encontros com o vigor, fruto de nossa alegria, e por isso vivemos, por Amor há poesia.
Eles trabalham muitas vezes por nada, e, nos nos divertimos fazendo as prioridades de um salutar serviço, quanta banalidade sem viço, preenchendo os chouriços.
O coral da primeira alegoria já pode ser aberto, o sentimento lhe guarda muitas alegrias, o gelo já derreteu, e, resfriou sem destruir o firmamento de seus dias, agrupando o refrigério das multidões por onde vias.
Vivemos em um tempo em que se percebe muitas honrarias sem mérito. Na realidade muitas destas são baratas e meras trocas de favores. Como diz o adágio: "Uma mão lava a outra", mas só que hoje em dia, com águas bem mais podres e fétidas.