Frases Deita no meu Colo Amor
Meu poema não tem soberba nem requinte.
Só vai a lugares que não precisam de convite.
Senta, pede uma bebida qualquer, conversa
com todo mundo.
Depois fica só, fim de festa,
olhando o fundo do copo e
pensando na besteira que é viver.
Você despertou em mim um sentimento que há anos estava empoeirado, a luz que outrora apagada no meu silencioso quarto escuro. Na minha consciência uma voz bem alto gritava e tão empolgada dizia "é ela que você tanto esperava por anos e anos e finalmente ela chegou
Neste exato momento decido que este é meu último dia, não terei tempo para escrever uma carta, porém deixo com todos boas lembranças e um pedido de perdão pelas más.
Meu Coração meu bem,
Nao tem código de barras,
Minha alma não tem preço,
Eu tenho o que eu mereço,
Eu corro atrás,
Dinheiro vem vai,
Respeito,atitude,procedee e muito mais,
É o que fica,
Trampo dignifica,
Magnífica a pessoa.
Você é a luz que me guia pelo caminho da escuridão
a razão do meu querer e não querer Minha felicidade,vou a você com todo o coração
Meu amor por ti intenso como as ondas do mar
O meu ponto seguro que sempre vou amar
Poema infantil.
Comprei uma rosa
ela era muito cheirosa.
Alegrou meu coração,
fiz uma canção...
Minha composição...
Vinícius Araújo de Souza
10 anos
Quarto ano.
O meu maior sonho é o dia em que a empatia for tão importante quanto o futebol é. O dia em que teremos mais coisas que nos aproximem do que coisas que nos afastem.
As coisas que nos aproximam são 99,9 e as contrárias só 0,1...
Travo todo dia uma constante luta entre a minha mente e o meu coração
Fico na expectativa
Vamos ver quem ganha
Às vezes, no segundo round a batalha está perdida
No final, a razão sempre vence
Mas, a dor se aloja no coração
Por vezes,
é necessário abrir mão
Meu coração ainda dói
À dor da saudade me destrói
Mim sinto meio confuso
Dentro de mim tá muito escuro
Assombro
O nó seco na garganta
O meu passo meio manco
Nada disso me espanta
É preciso ser bem franco
O Terror que me encanta
vem da alma sacrossanta
dessas páginas em branco
Nu (flagra)
Quem pegou o meu soneto
e jogou metade fora?
Encontrei só um quarteto
Ai, meu livro! e agora?
Quando abri o meu terceto
Eu flagrei meu poemeto
Com redondilhas de fora
Passo
Sinto aperto no meu peito
Sigo andando meio manco
Sigo, canso e me deito
Sinto, tenho que ser franco
Num poema tão sem jeito
Eu percebo só ter feito
outra página em branco
Fogueira
Se pensar é meu pecado,
a caneta - qual cilício -
me flagela e vou, calado,
escrevendo meu suplício
pelo qual eu sou julgado,
torturado e condenado.
Eis aí meu Santo Ofício!
