Frases de Suspense

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Muitas vezes nos refugiamos no futuro para escapar do sofrimento

... e ele chama, e a gente volta, e briga, e ama, e sofre, e ama, e ama, e ama, e desama.

A vida só se dá pra quem se deu.
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu.

Cada vez que sofremos, somos levados a acreditar que a dor presente é a dor maior.

De amor eu não morro
De paixão eu não sofro
Quem quiser me amar
Tem que fazer gostoso!

Se vivo só
É marcha-a-ré
Se nego o sol
Só penso em mi
Se sofro lá
Ninguém tem dó
Se você fá
Eu quero si

Martha Medeiros
MEDEIROS, M. Poesia Reunida. Porto Alegre: L&PM, 1999.

Viver é gozar e sofrer, resistir e batalhar com os homens, as coisas, os eventos e os elementos.

O sofrimentos nos torna egoístas, pois nos absorve inteiramente. Só mais tarde, sob forma de saudade, é que o próprio sofrimentos nos ensina a sermos compassivos.

Apesar de todo o cuidado que possamos tomar, é extremamente difícil evitarmos o sofrimento que causamos.

Eu cheguei à conclusão que se o amor é verdadeiro, não existe sofrimento.

Os grandes sofrimentos maiores ainda se tornam à vista do que poderia aliviá-los.

Não é fácil amar. E não é fácil ser amado. Quem diz que tudo é muito simples nunca sofreu.

Sofrimento é privilégio dos que sentem.

Clarice Lispector
Para não esquecer. Rio de Janeiro: Rocco, 2015.

Nota: Trecho da crônica Brasília: esplendor.

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Engraçado é que mesmo depois de ter sofrido muito, o coração ainda insiste em se apaixonar, de novo, pela pessoa errada.

Para não sofrer, era preciso também não amar.

Nosso coração é sentimental e duro. Cremos estar participando do sofrimento do outro, quando, na verdade, ele nada mais é do que um pretexto para nos enternecermos conosco mesmos com a nossa própria compaixão.

Quem manda não ser burro, não sofria tanto

Vim para sofrer as influências do tempo. E para firmar o pricípio eterno de onde vim.

Volto-me então para o meu rico nada interior. E grito: eu sinto, eu sofro, eu me alegro, eu me comovo. Só o meu enigma me interessa.

Clarice Lispector
Um sopro de vida. Rio de Janeiro: Rocco, 2015.

E o hábito de sofrer, que tanto me diverte, é doce herança itabirana.