Frases de Salomão

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Salomão é um personagem bíblico, foi o terceiro rei de Israel. Hábil conselheiro e grande administrador, construiu o templo de Jerusalém

O pensamento não existe separado da matéria concreta do ser humano, mas emerge de sua própria organização corpórea.

A destruição de uma forma não implica necessariamente a aniquilação absoluta daquilo que a constituía.

A Discórdia representa a força de diferenciação pela qual a unidade se fragmenta em multiplicidade.

O Amor representa a força de integração que transforma multiplicidade dispersa em unidade.

Em tudo existe alguma participação de tudo, porque nenhuma realidade complexa pode ser compreendida inteiramente por uma única determinação isolada.

O Nous, entendido como princípio ordenador, representa a inteligência capaz de conferir direção àquilo que, sem ordenação, permaneceria indiferenciado.

Antes da diferenciação, as coisas encontravam-se em uma condição de mistura cuja posterior organização tornou possível a multiplicidade.

A realidade não precisa possuir uma única substância originária para possuir unidade; diferentes elementos podem participar de uma mesma ordem.

O movimento cósmico pressupõe não apenas matéria, mas uma questão filosófica sobre aquilo que torna possível sua organização.

Transformar não significa necessariamente criar ou destruir absolutamente: muitas vezes significa reorganizar aquilo que já existe.

Aquilo que chamamos nascimento e morte pode ser apenas alteração das relações entre elementos preexistentes.

A inteligência que ordena não se confunde necessariamente com aquilo que é por ela ordenado.

Se animais possuíssem os instrumentos necessários para representar o divino, provavelmente produziriam uma divindade conforme sua própria imagem, revelando que muitas concepções metafísicas são projeções culturais.

Cada povo tende a representar o absoluto segundo sua própria aparência, demonstrando que a representação do transcendente pode carregar forte componente antropológico.

Atribuir aos deuses os vícios humanos não constitui necessariamente teologia, mas pode ser apenas a projeção das imperfeições humanas sobre o absoluto.

Se existe um princípio divino supremo, sua natureza não precisa reproduzir as limitações físicas e psicológicas do ser humano.

A tendência humana de atribuir nascimento, corpo e paixões aos deuses revela mais sobre o imaginário humano do que sobre a natureza do divino.

Onde existe ordem complexa, surge inevitavelmente a questão acerca do princípio capaz de explicá-la.

O princípio supremo não necessita agir por esforço físico para exercer causalidade sobre a realidade.

O nascimento pode ser compreendido como mudança de composição, e não como criação absoluta.