Frases de Salomão

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Salomão é um personagem bíblico, foi o terceiro rei de Israel. Hábil conselheiro e grande administrador, construiu o templo de Jerusalém

O patrimônio é juridicamente relevante porque expressa, em coisas e relações econômicas, dimensões concretas da autonomia humana.

A responsabilidade civil transforma o dano de simples acontecimento em problema jurídico de reparação.

A autonomia privada não desaparece diante da sociedade; encontra nela os limites necessários à convivência.

A forma processual é importante porque o poder de punir necessita de caminhos juridicamente controláveis.

A justiça criminal precisa proteger a sociedade sem transformar o processo em instrumento de vingança.

O Direito privado procura equilibrar liberdade individual e confiança social.

O contrato é encontro de vontades, mas também encontro de expectativas, riscos e responsabilidades.

A segurança jurídica é uma espécie de memória institucional: permite que as pessoas organizem o presente confiando que certas consequências permanecerão previsíveis.

O jurista participa da vida pública mesmo quando permanece dentro da linguagem técnica, porque toda técnica jurídica produz efeitos sobre a sociedade.

O pensamento jurídico mais fecundo atravessa as fronteiras entre Direito, Estado, economia e sociedade.

A política sem instituições degenera em vontade; as instituições sem política podem tornar-se estruturas vazias de finalidade.

A soberania jurídica encontra seus limites na própria necessidade de convivência internacional.

O Direito precisa de estabilidade para existir, mas de capacidade de transformação para permanecer legítimo.

Uma instituição jurídica revela tanto aquilo que permite quanto aquilo que impede.

O Direito Penal começa onde a sociedade reconhece que determinado comportamento ultrapassou o limite tolerável da liberdade individual.

A justiça criminal precisa compreender o homem que praticou o ato sem transformar a compreensão em absolvição automática.

O Direito Penal revela o limite extremo entre a liberdade do indivíduo e a necessidade de proteção social.

Punir é exercer uma das formas mais graves de poder estatal; por isso, exige mais razão do que indignação.

A pena perde sua legitimidade quando deixa de responder ao fato e passa a servir à vingança.

Quanto maior o poder de punir, maior deve ser a exigência de contenção jurídica desse poder.