Frases de rock

Todas as vezes que não ousas, todas as vezes em que não acreditas em ti, tu morres um pouco mais, vais deixando de viver.

Lembra quando você falou que nunca ia me decepcionar? Eu infelizmente acreditei.

Quando estamos ou queremos estar bem, viver distrai. E pra mim, aprendi recentemente, viver é exatamente isso: se distrair do medo que dá pensar em viver.

J'ai cultivé mon hystérie avec jouissance et terreur.
Maintenant, j'ai toujours le vertige, et aujourd'hui, 23 janvier 1862, j'ai subi un singulier avertissement, j'ai senti passer sur moi le vent de l'aile de l'imbécillité.

Eu, vagando entre o real e o imaginário, suspiro a cada sonho.

Saiba teu valor e reconheça seus acertos, porque já existe muita gente para apontar nossos erros.

Não escreva nada, não nos procuramos mais: um dia nos cruzamos por acaso, de repente, e então vemos o que aconteceu a nossos rancores.

Remeta-me os dedos
em vez de cartas de amor

Carinho, com letra maiúscula, é uma das coisas em falta no mercado.

É por isso que na graça eu me mantive sentada, quieta, silenciosa. E como em uma anunciação. Não sendo porém precedida por anjos. Mas é como se o anjo da vida viesse me anunciar o mundo.

Clarice Lispector
Água viva. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 1998.

Homem ideal é aquele que consegue envolver uma mulher com as mais doces mentiras.

A caça pode ferir mortalmente o caçador.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica A perigosa aventura de escrever.

...Mais

Ontem chorei. Por tudo que fomos. Por tudo o que não conseguimos ser. Por tudo que se perdeu. Por termos nos perdido. Toda a culpa. Minha. Sua. Nossa culpa. Por tudo que foi e voou. E não volta mais, pois que hoje é já outro dia.

Com muito pouco trabalho, seria útil; é negligenciada, e por isso torna-se daninha. Então arranca-se. Quantos homens se assemelham à urtiga! (...) Não há nem ervas más nem homens maus. Só há maus cultivadores.

Essa criança vivia na ausência de afeição como as ervas daninhas que nascem nas covas.

Uma ameaça não pode causar nenhum mal, se não for aceita.

O mundo é um hospício.

O mar, o mar, sempre recomeçado!

Paul Valéry

Nota: Trecho do poema Cemitério marinho.

Um amor-susto. Um amor raio-trovão, fazendo barulho. Me bagunça. E chove em mim, todos os dias.

PROIBIDO PISAR NO GRAMADO
Talvez fosse melhor dizer:
PROIBIDO COMER O GRAMADO