Frases de rock

Se acolho um amigo à minha mesa, peço que se assente e, se é coxo, não peço que comece a dançar.

Sou um apreciador dos opostos, das diferenças.
Se fosse para eu apaixonar-me por uma pessoa em tudo parecida comigo, eu namoraria com o espelho.

A sorrir eu pretendo levar a vida...

O de hoje é um dia que comprei fiado.

Nada se sabe, tudo se imagina.

Tudo bem se você não tiver um casaco, eu aceito seu abraço. Se não achar um jardim de flores, eu aceito um rosa roubada da vizinha. Se não me mandar sms, eu aceito um bilhetinho. Se não quiser gritar pro mundo, você pode gritar pra mim. Não importa a forma, importa o sentimento.

Não penso muito em legado para as próximas gerações. Penso apenas em acordar de manhã e trabalhar com pessoas brilhantes para criar coisas que, espero, sejam tão apreciadas por outras pessoas como são apreciadas por nós.

Steve Jobs

Nota: Wall Street Journal, 2007

Posso te dizer que estou perto de Deus, e que estou feliz, gostando de viver (é maravilhoso poder dizer isso) e conseguindo transmitir um monte de coisas boas às pessoas que me cercam.

Nós todos temos o direito de levar uma vida feliz.

O poema é uma bola de cristal. Se apenas enxergares nele o teu nariz, não culpes o mágico.

A ave sai do ovo. O ovo é o mundo. Quem quiser nascer precisa destruir um mundo.

Às vezes o que a gente procura, não é o que a gente procura. É o que a gente encontra.

Não esqueça os elogios que receber.
Esqueça as ofensas.
Se conseguir isso, me ensine.

Lembre-se não só de dizer a coisa certa no lugar certo, mas ainda muito mais difícil, de não dizer a coisa errada no momento de tentação.

Não há nada que mais estreite dois corações
do que haverem chorado juntos.

Há casamentos que acabam bem, há outros que duram para sempre.

Isso também vai passar!

Se errar é azar, se acertar é sorte, se amar é destino, você é vítima da vida e ainda não fez nada.

Que eu não esqueça que a subida mais escarpada,
e mais à mercê dos ventos, é sorrir de alegria.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica Primavera ao correr da máquina.

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A árvore que o sábio vê não é a mesma árvore que o tolo vê.