Frases de quem quer Esconder o Amor

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Por que essa estranha sensação, que temos,
de sentirmos medo do próprio amor?
Somente os covardes têm medo do próprio
amor...Não sabem sair à busca do amor, não lutam...

Marilina Baccarat no livro "sempre amor"

Inserida por MarilinaBaccarat

Nunca desistirei do amor
Esse é o meu tempo de amar, de ficar mais doce,
apurar sabores, que vêm do fundo da alma, com sabor
de amor verdadeiro…
Eis que entro em plena safra de afetos, sumarenta,
perfumada de mim mesma...
Marilina Baccarat, escritora brasileira

Inserida por MarilinaBaccarat

Sua mira estava desleixada demais. Suas reações estavam lentas demais. Está enferrujando?

Inserida por pensador

Para um zé-ninguém como eu, você é como um prêmio que não consigo alcançar.

Inserida por pensador

Por que eu deveria me importar o que as pessoas dizem?

Inserida por pensador

Se alguma vez eu me apaixonar por alguém tão cruel, com certeza vou me machucar algum dia.

Inserida por pensador

Eu não sou o cara bonzinho que você pensa que eu sou.

Inserida por pensador

Timing é tudo quando se trata de amor.

Inserida por pensador

As pessoas não fazem a piada, elas são a piada.

Inserida por Osvaldo17Mateus

⁠"Na batida certa e no ritmo da vida, sigo transformando sonhos em som. Ser DJ é mais que tocar música — é sentir, viver e emocionar!"
🎧

Inserida por dj_nildo_mix_oficial

⁠"Onde a batida encontra o mar, nasce o som da liberdade. 🎶🌊

Inserida por dj_nildo_mix_oficial

Mil frases de amor não dizem tudo que habita na alma da gente, precisamos aprender a ouvir o coração do outro, precisamos compreender pequenos gestos, precisamos respeitar o outro com suas particularidades, como gostaríamos de ser respeitados. E por esperar só pelas palavras, deixamos o amor partir em silêncio.

Quando se ama deveras e se está com o objeto do amor, não se recorda, não se deseja, não se quer mais nada!...
(A Moreninha)

Inserida por adetunedradio

Essa aceitação ingênua de quem não sabe que viver é, constantemente, construir, e não derrubar. De quem não sabe que esse prolongado construir implica erros - e saber viver implica em não ver esses erros, em suavizá-los e distorcê-los ou mesmo eliminá-los para que o restante da construção não seja ameaçado.

Quem somos nós, quem é cada um de nós senão uma combinatória de experiências, de informações, de leituras, de imaginações? Cada vida é uma enciclopédia, uma biblioteca, um inventário de objetos, uma amostragem de estilos, onde tudo pode ser completamente remexido e reordenado de todas as maneiras possíveis.

O grande sol na eira
Talvez seja o remédio...
Não quero quem me queria,
Amarem-me faz tédio.
Baste-me o beijo intacto
Que a luz dá a luzir
E o amor alheio e abstrato
De campos a florir.

O resto é gente e alma:
Complica, fala, vê.
Tira-me o sonho e a calma
E nunca é o que é.

Chove. Que fiz eu da vida?
Fiz o que ela fez de mim...
De pensada, mal vivida...
Triste de quem é assim!

Numa angústia sem remédio
Tenho febre na alma, e, ao ser,
Tenho saudade, entre o tédio,
Só do que nunca quis ter...

Quem eu pudera ter sido,
Que é dele? Entre ódios pequenos
De mim, 'stou de mim partido.
Se ao menos chovesse menos!

Fernando Pessoa

Nota: 23-10-1931

Não só quem nos odeia ou nos inveja
Nos limita e oprime; quem nos ama
Não menos nos limita.
Que os deuses me concedam que, despido
De afetos, tenh a fria liberdade
Dos píncaros sem nada.
Quem quer pouco, tem tudo; quem quer nada
É livre; quem não tem, e não deseja,
Homem, é igual aos deuses.

Será genuína sabedoria de vida de quem possui algo de justo em si mesmo, se, em caso de necessidade, souber limitar as próprias carências, a fim de preservar ou ampliar a sua liberdade, isto é, se souber contentar-se com o menos possível para a sua pessoa nas relações inevitáveis com o universo humano.

Quem sabe eu tive de algum modo pressa de viver logo tudo o que eu tivesse a viver para que me sobrasse tempo de... de viver sem fatos? de viver. Cumpri cedo os deveres de meus sentidos, tive cedo e rapidamente dores e alegrias – para ficar depressa livre do meu destino humano menor? e ficar livre para buscar a minha tragédia.

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.