O poema é como um filho
Você não cria pra você
É preciso soltá-lo no mundo
Tem nome, identidade, registro
E de repente você vê
Que ele existe sem você
Corta os laços oriundos
“- Vai meu filho, voa alto!
Mergulha fundo! Corre os trilhos!
Come asfalto!Ganha o mundo!"
É estranho escrever coisas que nem mesmo nós vimos ou entendemos,mas que por um minuto nos passou pela cabeça,como tudo poderia ser diferente um dia ..