Frases de Quase um ano de Namoro
Um fruto não sabe seu gosto ou sua utilidade até que ele amadureça. Assim somos nós humanos, de acordo com a consciência de cada será útil para o seu devido tempo
Em sua sabedoria milenar, um vírus só não bastaria para matar corpos, seria necessário também a infecção de suas mentes com PÂNICO.
Ele escreve poemas
De tantas coisas em comum
Nunca um que escrevesse
Na volta pra casa na chuva
Só conseguia pensar em nós
Na entrada do prédio
Dois balões vermelhos
O que mais poderia significar
Se não um sinal?
Um pai não é só aquele que dá a vida, isso seria fácil demais, um pai de verdade é aquele que dá amor!
Todos os dias eu saio de minha zona de conforto, e preciso matar pelo menos um leão, não porque eu seja necessariamente forte, mas é que se eu não matar o leão, o leão é quem acaba me matando.
como um pássaro que esqueceu de como se deve voar continuo a olhar para o céu com a esperança de poder um dia ter a mesma liberdade outra vez
Um pais e constituído por livros, por bons leitores, por saberes e por ideias.
O conhecimento e uma estação infinita, na estrada da vida.
A felicidade sem nada existe quando a perspectiva do possível é um sonho latente no coração daquele que não deixa apagar em si, a chama da esperança.
O acaso nunca fabricou nenhum alfinete, nunca conquistou o pódio e nem fez uma pós-graduação. Um agente sempre estará presente nas realizações da vida. A ação gera o produto.
Se eu perder um amor ficarei triste, mas
não mais triste que se perder um
amigo, porque cada amigo tem lá suas
peculiaridades, e ter um amigo verdadeiro,
e ter muito mais que um irmão.
Se um dia alguém dizer que não e nada nem ninguém. Lembre Deus não se poder ver.
A ingratidão não pode mudar.
Não lamente a morte de um ente querido. Comemore: ele finalmente se libertou das prisões terrenas que tanto fazia sofrer. Quem ama liberta.
Desconfio de qualquer pessoa cujo sistema de crenças é a única coisa que a separa de um comportamento repulsivo.
A eterna guerra do bem e do mal é travada primeiro dentro de cada um, na qual o vencedor inicia outra guerra para libertar seu aliado, adormecido no corpo do inimigo.
