Frases de poetas famosos que emocionam em cada palavra

Mas penso ser tanta coisa! E há tantos que pensam ser a mesma coisa que eu penso que sou que não pode haver tantos.

Navegar é preciso; viver não é preciso.
Quero para mim o espírito [d]esta frase,
transformada a forma para a casar como eu sou:
Viver não é necessário; o que é necessário é criar.

As únicas coisas eternas são as nuvens.

A maioria das gentes vive de convicção e não de idéias.

"Pobre é o amor que pode ser contado".

Liberdade
Ai, que prazer
Não cumprir um dever.(...)

Tinha-me levantado cedo e tardava em preparar-me para existir.

O mundo é um palco. E todos os homens e mulheres são apenas atores. Representamos muitos papéis na nossa vida ...

Quando o silêncio a dois se torna cômodo.

Palavras doces para alguém que te magoou.

O sentir é um pensar extravagante.

Ir levando no caminho os amores perdidos
e os sonhos idos
e os fatais sinais do olvido.

Ir seguindo na dúvida das horas apagadas,
pensando que todas as coisas se tornaram amargas
para alongarmos mais a via dolorosa.

Nunca me acertei bem com os padres, os críticos e com os canudinhos de refresco.

A impossibilidade de tudo quanto eu nem chego a sonhar

Que idéia tenho eu das cousas?
Que opinião tenho sobre as causas e os efeitos?
Que tenho eu meditado sobre Deus e a alma
E sobre a criação do Mundo?
Não sei. Para mim pensar nisso é fechar os olhos
Enão pensar. É correr as cortinas
Da minha janela (mas ela não tem cortinas).

O essencial da arte é exprimir; o que se exprime não interessa.

Que suave é o ar!
Como parece
Que tudo é bom na vida que há!
Assim meu coração pudesse
Sentir essa certeza já.
Mas não; ou seja a selva escura
Ou seja um Dante mais diverso,
A alma é literatura
E tudo acaba em nada e verso.

Hai-Kai da Cozinheira

A cozinheira preta preta
Preta e gorda
Com seu frescor sorriso de lua...

Teus medos tinham coral e praias e arvoredos.

Se nunca nasceste de ti mesmo, dolorosamente, na concepção de um poema... estás enganado: para os poetas não existe parto sem dor.

Mario Quintana
Trecho de carta. In: A vaca e o hipogrifo. Rio de Janeiro: Objetiva, 2012.