Frases de poetas famosos que emocionam em cada palavra

A vida não é mais do que uma contínua sucessão de oportunidades para sobreviver.

Triste de quem não conserva nenhum vestígio da infância.

Nestas linhas com o tempo crescerás.
E enquanto nesta terra houver um ser,
Meus versos vivos te farão viver.

Tudo aquilo não passou de um sonho, um sonho... de uma noite de verão.

Sem verdade, sem dúvida, nem dono. Boa é a vida, mas melhor é o vinho. O amor é bom, mas é melhor o sono.

Fernando Pessoa

Nota: Trecho de poema do livro "Poesias Inéditas (1930-1935)", de Fernando Pessoa.

Vivo nas estrelas porque é lá que brilha a minha alma.

DOS PONTOS DE VISTA

A mosca, a debater-se: "Não! Deus não existe!
Somente o Acaso rege a terrena existência."
A Aranha: "Glória a Ti, Divina Providência,
Que à minha humilde teia essa mosca atraíste!"

O despertador é um acidente de tráfego do sono.

Mario Quintana
Caderno H. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013.

O silêncio é um espião.

Mario Quintana
Caderno H. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013.

A recordação é uma cadeira de balanço embalando sozinha.

Mario Quintana
Caderno H. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013.

Só tu soubeste achar-me... e te foste!

Todas as cartas de amor são ridículas, não seriam cartas de amor se não fossem ridículas.

Fernando Pessoa

Nota: Trecho de poema do livro "Poesias de Álvaro de Campos", de Fernando Pessoa (heterônimo Álvaro de Campos). Link

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E afinal o que quero é fé, é calma, e não ter essas sensações confusas.

Me surpreende pensar que, com uma história meio Romeu e Julieta a gente conseguiu e ainda consegue superar todas as dificuldades e desafios, porque o amor fala mais alto no fim das contas.

O amor que se procura é bom, mas o que não se procura é melhor.

Presta o ouvido a todos, e a poucos a voz. Ouve as censuras dos demais; mas reserva tua própria opinião.

Ela era branca, branca. Dessa brancura que não se usa mais. Mas sua alma era furta-cor.

Arre! Estou farto de semi-deuses! Onde é que há gente no mundo???

O coração, se pudesse pensar, pararia.

Fernando Pessoa
SOARES, Bernardo. Livro do Desassossego. Lisboa: Ática, 1982.

A modéstia é a vaidade escondida atrás da porta.

Mario Quintana
Caderno H. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013.