Frases de Pensadores Famosos

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⁠A poesia é sempre um ato de paz.
O poeta nasce da paz como o pão nasce da farinha.

Pablo Neruda
Presente de um poeta. Cotia, São Paulo: Vergara e Riba Editoras, 2006.
Inserida por roseneide_costa

Porque se me virá todo o amor inesperadamente quando me sinto triste e te sinto longínqua.

Inserida por TatiBellaOliveira

⁠"Você faz o que quiser, mas a consequência é obrigatória. Você é livre, mas não pode produzir a consequência diretamente dentro da sua liberdade."

Inserida por JaneSilvva

⁠Não aprendi nos livros nenhuma receita para a composição de um poema; e também não deixarei impresso nem sequer um conselho, modo ou estilo para que os novos poetas recebam de mim alguma gota de suposta sabedoria.

Pablo Neruda

Nota: Trecho de discurso ao receber o Prêmio Nobel de Literatura, em 13 de dezembro de 1971 (tradução de Cláudia Schilling).

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Inserida por pensador

⁠A poesia é uma ação passageira ou solene na qual entram em igual medida a solidão e a solidariedade, o sentimento e a ação, a intimidade de si mesmo, a intimidade do homem e a revelação secreta da natureza.

Pablo Neruda

Nota: Trecho de discurso ao receber o Prêmio Nobel de Literatura, em 13 de dezembro de 1971 (tradução de Cláudia Schilling).

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Inserida por pensador

⁠O melhor poeta é o homem que nos entrega o pão de cada dia.

Pablo Neruda

Nota: Trecho de discurso ao receber o Prêmio Nobel de Literatura, em 13 de dezembro de 1971 (tradução de Cláudia Schilling).

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Inserida por pensador

⁠Em noites como esta tive-a em meus braços.
Beijei-a tantas vezes sob o céu infinito.

Pablo Neruda
Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1999.

Nota: Trecho do poema 20, com tradução de Fernando Assis Pacheco.

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Inserida por pensador

⁠Venho de uma obscura província, de um país separado de todos os outros pela sua talhante geografia. Fui o mais abandonado dos poetas e minha poesia foi regional, dolorosa e chuvosa. Mas sempre tive confiança no homem.

Pablo Neruda

Nota: Trecho de discurso ao receber o Prêmio Nobel de Literatura, em 13 de dezembro de 1971 (tradução de Cláudia Schilling).

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Inserida por pensador

⁠Só soube muito depois que o que eu escrevia se chamava poesia. Nunca tive interesse pelas definições, pelos rótulos. Aborrecem-me mortalmente as discussões estéticas.

Pablo Neruda
Confesso que vivi. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1992.
Inserida por pensador

⁠Continuo acreditando na possibilidade do amor. Tenho a certeza do entendimento entre os seres humanos, logrado sobre o sofrimento, sobre o sangue e sobre os cristais quebrados.

Pablo Neruda
Confesso que vivi. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1992.
Inserida por pensador

⁠Quero viver num mundo em que os seres sejam somente humanos, sem outros títulos a não ser estes, sem serem golpeados na cabeça com uma régua, com uma palavra, com um rótulo.

Pablo Neruda
Confesso que vivi. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1992.
Inserida por pensador

⁠Os violentos se refletem no espelho do mundo e seu rosto não é bonito nem para eles mesmos.

Pablo Neruda
Confesso que vivi. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1992.
Inserida por pensador

⁠A intermitência do sonho nos permite suportar os dias de trabalho.

Pablo Neruda
Confesso que vivi. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1992.
Inserida por pensador

⁠Minha vida é uma vida feita de todas as vidas: as vidas do poeta.

Pablo Neruda
Confesso que vivi. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1992.
Inserida por pensador

⁠Nunca pensei, quando escrevi meus primeiros livros solitários, que com o passar dos anos me encontraria em praças, ruas, fábricas, salas de aula, teatros e jardins, dizendo meus versos. Percorri praticamente todos os rincões do Chile, derramando minha poesia entre a gente de meu povo.

Pablo Neruda
Confesso que vivi. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1992.
Inserida por pensador

⁠Se minha poesia tem algum significado, é essa tendência espacial, ilimitada, que não se satisfaz em um lugar só.

Pablo Neruda
Confesso que vivi. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1992.
Inserida por pensador

Que outros se jactem das páginas que tem escrito; me orgulho as que tem lido.

Inserida por lucijordan

“...Sem leitura não se pode escrever.
Tampouco sem emoção, pois a literatura
não é, certamente,um jogo de palavras.
É muito mais. Eu diria que a literatura
existe através da linguagem, ou melhor,
apesar da linguagem...”

Inserida por profeborto

E só estou triste hoje porque estou cansada. No geral sou alegre.

Clarice Lispector

Nota: Dito durante entrevista concedida ao repórter Júlio Lerner, na TV Cultura, em 1977.

Saudade do que poderia ter sido e não foi.

Clarice Lispector
A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.