Frases de Paulo Coelho Veronika Decide Morrer
"Esse vício de eternidade que a gente tem."
Que eu possa morrer de amor e, ainda sim, ser discreta. Que eu possa sentir tristeza sem que ela se aposse de toda a minha alegria. E que, se um dia eu for abandonada pelo amor, não deixe que esse abandono seja para sempre uma companhia.
A morte nunca é uma solução, se as vezes queremos morrer, significa que queremos deixar de ser humanos.
Quando eu morrer, escrevam na minha lápide: Aqui jaz um estranho que viveu de um modo estranho ao lado de gente estranha num mundo muito estranho.
"...Só Existem três acontecimentos importantes na vida: nascer, viver e morrer... Não sentimos o primeiro... no viver, sofremos porque temos que morrer... ao morrer, geralmente, observamos que esquecemos de viver como se deveria VIVER..."
Marcela morria de amores pelo Xavier. Não morria, vivia. Viver não é a mesma coisa que morrer.
As vezes precisamos morrer um pouco por dentro para que então possamos renascer... e crescer mais fortes e sábios, numa nova versão de nós mesmos.
...preferi dormir, que é um modo interino de morrer.
Quando eu morrer, pode até me esquecer, eu não vou me aborrecer, mas não me massacre pois, eu não vou poder me defender.
Apenas os mortos verão o fim da guerra.
Nota: Citação inspirada no pensamento de George Santayana erroneamente atribuída a Platão.
