Frases de Paulo Coelho Veronika Decide Morrer
A conscientização e a educação – para uma convivência saudável em favor da diversidade – deveriam partir de ações mais inteligentes e de políticas públicas educacionais e não de simples imposições.
Doa a quem doer, cada um tem o direito de pensar o que quiser sobre tudo. O ideal, apenas, é que nos eduquemos constantemente a fim de que cometamos cada vez menos injustiças com nossos semelhantes.
A vítima de preconceito – em qualquer situação – não deve nunca assumir a vitimização, dando valor ao discurso de seu (pseudo)algoz. Deve, ao contrário, valorizar-se e rir da ignorância alheia.
Um racista – ou melhor, “etnicista”, porque a raça é uma só: humana – é um pobre miserável que não sabe valorizar as pessoas por quem elas são e prefere ver, nas aparências, um motivo para definir quem é bom e quem é mau, quem é feio e quem é belo.
Cada um tem direito de pensar e falar o que quiser a respeito de tudo e de todos. Isso não significa, porém, que seu discurso terá fundamento ou que será inquestionável. Nunca!
No mundo contemporâneo, estamos abarrotados de informações por toda parte e qualquer indivíduo pode ser capaz de correr atrás do que lhe interessa. Assim sendo, o professor – novato ou veterano – está cada dia mais longe de ser o detentor do saber.
Toda a rede de ideologias, ciências e proposições criadas e difundidas pela humanidade tem suas manifestações garantidas em toda a forma de expressividade individual e social.
Respeito é algo que a gente conquista, não é imposto por lei, até porque ninguém inventou uma maneira de cercear pensamentos alheios.
Todos queremos uma sociedade mais justa e igualitária; então devemos começar polindo nossos próprios orgulhos e paixões!
É no brilho de cada amanhecer que se esconde a razão de seguirmos em frente. A certeza é única, a verdade é crua: nada é eterno nem perene...
Cabe a nós mesmos, autores da própria sorte, buscarmos inspiração para querer, para sonhar e para ser.
Capitalismo vem do passado, berço do homem. Homem que pensa que consome e é consumido, aspirando liberdade, vivendo de libertinagem e reprimindo suas vontades.
Milhões de estrelas condenam o homem a ser um grão neste deserto. De certo somos o que restou de um pó cósmico ou de um átomo sem identidade e sem juízo.
Divina vontade como proclamam em toda cultura, em cada povo. Um casal que brinda, casal que ri. De sua união, um mundo novo, com velhos hábitos e redundância. Ambos padecem em 'um só corpo'.
'Salve, salve a ditadura', dizia o pastor da igreja, 'que, se não fosse pecado, seria, do bolo, a cereja'.
Em nação miscigenada repleta de culturas e cores, abrolha a diversidade, escondida em mil cobertores.
Somos repletos de sonhos, de 'bosques', 'flores' e 'amores', com 'palmeiras onde cantam os sabiás', mas trazemos, nesta utopia, muito mais ideologia do que se pode pensar.
Entre devaneios e verdades ainda não descobertas, procura-se o fio da meada, em ciências e em crenças; trilhando-se em um Universo, imenso e imerso nas diversas formas de se perceber a si mesmo.
