Frases de Paulo Coelho Veronika Decide Morrer

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⁠A morte anda de mão dadas com a vida... basta estar vivo para morrer...

⁠Quando eu morrer, que me enterrem à sombra de uma árvore frondosa; é o mínimo que se pode pedir quem passou a vida a defendê-las e foi tão pouco levado em consideração.

⁠A imortalidade não consiste em nunca morrer, mas sim, em viver para sempre na memória daqueles que um dia lhe conheceram.

⁠Meu maior medo é não morrer.

⁠Nasci, para " viver e morrer !!! " ... Enfrentar as contrariedades da vida, é uma qualidade genealógica ,que todo o ser humano, é suposto gerir conscientemente.

⁠Morrer deve ser bom, ninguém nunca voltou pra reclamar...

⁠"Viver apenas para os outros, é morrer para si mesmo".

⁠Como matar minha vontade de morrer?

O objetivo da guerra não é morrer pela pátria, mas fazer o inimigo morrer pela dele.

King's Man: A Origem

Nota: A citação utilizada no filme é originalmente de George S. Patton.

⁠Escrevendo os meus pensamentos, são eles que vão decidir se eu devo viver ou morrer.

É necessário viver com o tempo e morrer com ele ou se subtrair a ele para uma vida maior.

Albert Camus
O mito de Sísifo (1941).

⁠Queria morrer dormindo em paz que nem meu avô, não gritando aterrorizado como os passageiros dele.

Jack Handey

Nota: Autoria não confirmada.

⁠Solidão é deixar-se morrer devagarzinho...

Há vida , depois da morte !
...mas, ⁠ ninguém quer morrer !

⁠Um dia me perguntaram, você tem medo de morrer?

Eu sorri olhei para ela e respondi, não tenho medo de morrer tenho medo de não viver. Pois a única certeza que temos na vida é que um dia morreremos.

⁠A vida é injusta, vivemos muito, ainda que seja pouco, para morrer. E morremos uma única vez, ainda que seja pouco, para a eternidade.

⁠O desejo de morrer foi minha única preocupação; renunciei a tudo por ele, até à morte.

Emil Cioran
Silogismos da amargura. Rio de Janeiro: Rocco, 2011.

⁠Não alimente o que deve morrer. Não semeie o que não deve nascer. Sua fortaleza será tanto maior quanto mais você se pautar por essa lei.

⁠Minha avidez de agonias me fez morrer tantas vezes que me parece indecente abusar ainda de um cadáver do qual já não posso extrair nada.

Emil Cioran
Silogismos da amargura. Rio de Janeiro: Rocco, 2011.

Quantos vão morrer nos seus braços para você se acostumar com a morte? Quantos olhos mortos você consegue encarar até morrer por dentro? ⁠