Era uma vez em suas mãos: dizia-lhe o irmão que o amor era a espada macia da morte. Destituída face em talhos de beijos perdidos. Vago regaço perdido no maior dos seus rios. Nada lhe foi oferecido, nada foi aproveitado de sua pálida e doentia carne.
Porque se seus sonhos forem apenas suas vontades, quando atingi-lo está condenado a aguardar a morte? O sonho é a utopia mais viva e necessária, assim como a paz.
Sua mente jamais saberá o porque do coração ter morrido, mas seu coração sabe os motivos da morte de sua mente, e nem por isso esquece que tem que manter seu corpo todo vivo..