Frases de grandes autores que inspiram grandes ideias
Quem sabe, até, eu era só aprendiz de anjo.
Nota: Trecho da crônica Mal-estar de um anjo.
...MaisChorou livremente, como se esta fosse a solução.
O que sinto não é traduzível. Eu me expresso melhor pelo silêncio.
“Por que foi que cegámos, Não sei, talvez um dia se chegue a conhecer a razão, Queres que te diga o que penso, Diz, Penso que não cegámos, penso que estamos cegos, Cegos que veem, Cegos que, vendo, não veem”
Não, a pior tragédia não é a que tomba inesperada, rápida, definitiva e única como um raio e que pode ser atribuída a castigo divino...Mas a que se arrasta quotidianamente, surdamente, monótona como chuva miudinha.
Tenho amor a isto, talvez porque não tenha mais nada que amar - ou talvez, também, porque nada valha o amor de uma alma, e, se temos por sentimento que o dar, tanto vale dá-lo ao pequeno aspecto do meu tinteiro como à grande indiferença das estrelas.
É necessário certo grau de cegueira para poder enxergar determinadas coisas.
Crer no progresso não significa crer que ele já aconteceu.
Ser poeta não é uma ambição minha. É a minha maneira de estar sozinho.
De repente as coisas não precisam mais fazer sentido. Satisfaço-me em ser. Tu és? Tenho certeza que sim.
Sempre procuro reter, como as rédeas de um cavalo, minha tendência ao excessivo.
Nota: Trecho da crônica Armando Nogueira, futebol e eu, coitada.
...MaisA vida é um incêndio: nela dançamos, salamandras mágicas, que importa restarem cinzas se a chama foi bela e alta!
De alguma forma eu lutava contra sensações que continham pura abstração e nenhum gesto dirigido ao mundo atual.
Ninguém sabia que ela estava sendo infeliz a ponto de precisar buscar a vida. (...) Ela só sabia viver.
O que é preciso é não ir demais contra a onda. A gente faz como quando toma banho de mar: procura subir e descer com a onda. Isso é uma forma de lutar: esperar, ter paciência, perdoar, amar os outros. E cada dia aperfeiçoar o dia. Tudo isso está parecendo idiota... Mas até que não é.
Nota: Trecho de carta a Elisa Lispector e Tania Kaufmann, escrita em 12 de maio de 1946.
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