Frases de Frei Leonardo Boff
”A sua maior dívida é consigo mesmo. A consciência é o maior agiota daquele que se mantém omisso às próprias premissas.”
”Trair a si mesmo é contrair uma dívida impagável. A consciência cobra juros diários dos que se omitem diante do próprio princípio.”
“Apontar os erros dos outros é, muitas vezes, um espelho invertido. Diz mais sobre quem acusa do que sobre o acusado.”
“Na infância, a curiosidade é sede por conhecimento. Na fase adulta, muitas vezes contaminada por sentimentos mesquinhos, torna-se apenas um instrumento para deformar impressões e emitir julgamentos baseados em mundos próprios.”
“O que na infância é sede por aprender, na maturidade pode tornar-se armadilha da vaidade, a serviço de julgamentos pessoais.”
”À medida que o tempo avança, liberto-me das algemas da vaidade e passo a transitar com leveza entre ideias e ideais.”
E se o cérebro fosse apenas um redutor da consciência, uma engrenagem que restringe o todo para que o eu não colapse?
“Livre-arbítrio? Oferecem-nos opções, permitem-nos escolhas, fazem-nos crer que somos livres. Mas ninguém deseja deixar de ser protagonista de sua própria história. Ainda assim, somos condicionados e escravos de um sistema que nos ilude.” – Leonardo Azevedo.
O sucesso está na alegria dê-se viver, na busca pelo fazer, viver com soluções invés de problemas, o sucesso incomoda o conforto e preguiça, o sucesso não te permite reclamar ou invejar, o sucesso te obriga a agradecer, gratidão!
Não posso prometer resultados extraordinários, mas posso prometer meu comprometimento, respeito e lealdade.
“Entre incontáveis possibilidades de extinção, a vida surge como graça improvável. Se existimos, é porque há sentido; se há sentido, é para vivermos o melhor de nós.” – Leonardo Azevedo.
“Há nos dias de chuva um convite à introspecção: memórias se intensificam e as fronteiras entre passado, presente e futuro tornam-se permeáveis, diluindo-as numa única torrente de emoções.” - Leonardo Azevedo.
“No fim, o genuíno se revela: a grandeza sempre reside nos pequenos gestos que a alma reconhece como eternos.” – Leonardo Azevedo.
