Frases de Fernando Pessoa sobre Vazio

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Me mostre que por você vale a pena lutar.

Ando muito esgotado, durmo só umas cinco horas por noite (logo eu, que se pudesse dormia umas 20), andei também ruim do coração...

Eu quero um colo, um berço, um braço quente em torno ao meu pescoço, uma voz que cante baixo e pareça querer me fazer chorar. Eu quero um calor no inverno, um extravio morno de minha consciência e depois sem som, um sonho calmo, um espaço enorme, como a lua rodando entre as estrelas.

“Lutar em segredo, fechado no quarto, sem que ninguém saiba. Para os outros, mostrar só o melhor de si, a face mais luminosa.”

Caio Fernando Abreu

Vou dizendo leve, (...) vou dizendo louco (...) e vou dizendo longo sem pausa — gosto muito de você gosto muito de você gosto muito de você.

Não lembro de ninguém assim tão à flor de si mesmo.

Você sabe que vai ser sempre assim. Que essa queda não é a última.

O que hoje é drama, sempre, amanhã estará quieto na memória.

Uma voz amorosa falou meu nome, uma voz quente repetiu que sentia uma saudade enorme, uma falta insuportável, e que queria voltar.

Ele me dá vontade de viver (…)
Ele me dá vontade de cantar, de rir, de ser feliz!
Me dá força, me dá fé.

Na vida, as coisas mais doces custam muito a amadurecer.

Mas sempre me pergunto por que, raios, a gente tem que partir. Voltar, depois, quase impossível.

No Brasil, como se sabe, o verdadeiro dia primeiro de janeiro é a quarta-feira de cinzas - à tarde.

Culpa de ninguém, só da vida. Mas barra não é qualquer um que segura, certo?

Fico vivendo uma vida toda pra dentro, lendo, escrevendo, ouvindo música o tempo todo.

Os dois se abraçaram e se deram beijos como duas pessoas que não se vêem há muito tempo. Atropelaram perguntas como: por onde é que tu anda?

É esse seu bloqueio de aço encouraçando o silêncio, eu não consigo entender.

E eu quero ver, rever, trasver, milver tudo que não vi.

-Você lembra de mim? – perguntei.
- Claro que lembro. Você esteve no meu apartamento em São Paulo, há muitos anos.
- Eu mudei muito, como você lembra?
- Eu mudei também, quem sabe por isso lembro.

Tem um poema da Florbela Espanca que diz assim: "As coisas vêm a seu tempo/ quando vêm, essa é a verdade". Um dia a coisa sai. E eu acredito no mecanismo do infinito, fazendo com que tudo aconteça na hora exata.