Frases de Fernando Pessoa sobre Vazio
Uma lágrima ingênua escorre pelo seu rosto. Para um momento no queixo, indecisa. Então, empurrada pela dor, dá um pulo no vazio.
Amor não é um sentimento somente de alegria constante, mas de tristeza, angústia e sofrimento também.
Veja o que diz em 1 Coríntios 13: 7,8
"tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba..."
As pessoas estão alimentando suas mentes e corações com tanta coisa vazia, que se não usarem máscaras, não tem mais identidade. Aonde foi parar a verdade, os sentimentos, o bom senso, a confiança, a luz e o amor?
Por não acreditar na crueldade humana, entreguei meu coração a quem não devia e fui roubado... Sobrou apenas o vazio!
Eu já enchi o meu coração
de muitos amores...
Aprendi
ao longo dos anos conviver,
com cada um.
Aprendendo e deixando
muito deles e de mim....
Uma troca!
Hoje coração vazio!!
Apenas vontade
de aprender mais do amor.
Acho que ainda estou
engatinhando nesse assunto.
Te dou espaço, mas te quero em meus braços, olfato, tato.
Só não sou gaiola, tão pouco aceito ou dou esmola.
Nada de algemas, nossa vida já é tão complicada.
E se prefere ficar só, sentindo o latejar de suas cicatrizes, chorando, calada, eu deixo. Mas meu colo sempre estará aqui.
Quando todas suas ações são regidas por "por quês", seu mundo não gira fora do "e se". E quando não temos nada além de dúvidas, o vazio é tudo que nos resta.
Você me diz que eu nasci no pecado,
Oh meu Deus! eu sou o demônio encorporado.
Um ser de luz condenado ao mundo
em busca de si em um vazio profundo
Tenho medo de perder o encanto do seu sorrisoe a magia dos teus olhos que de noite depositaram sobre os meus labios, o perfume da sua pele...
Cai chuva do céu cinzento Que não tem razão de ser. Até o meu pensamento Tem chuva nele a escorrer. Tenho uma grande tristeza Acrescentada à que sinto. Quero dizer-ma mas pesa O quanto comigo minto. Porque verdadeiramente Não sei se estou triste ou não. E a chuva cai levemente (Porque Verlaine consente) Dentro do meu coração.
"E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas..."
Que auréola te cerca?
É a espada que, volteando.
Faz que o ar alto perca
Seu azul negro e brando.
Mas que espada é que, erguida,
Faz esse halo no céu?
É Excalibur, a ungida,
Que o Rei Artur te deu.
'Sperança consumada,
S. Portugal em ser,
Ergue a luz da tua espada
Para a estrada se ver!
Já escrevi tanto sobre tantos,
que me perco entre meus entretantos.
No entanto,
sou vírgulas ao invés de pontos.
Sobre o amor, na língua portuguesa sou muito mais o sentimento de Luís de Camões do que o de Fernando Pessoa. O meu "Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói, e não se sente; é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer."
